29 agosto 2012

INCOMPATIBILIDADE DOS MEDICAMENTOS ANFOTERICINA B COMPLEXO LIPÍDICO COM IMIPENEM, BICARBONATO DE SÓDIO E ONDANSETRONA: RELATO DE CASO


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INCOMPATIBILIDADE DOS MEDICAMENTOS ANFOTERICINA B COMPLEXO LIPÍDICO COM IMIPENEM, BICARBONATO DE SÓDIO E ONDANSETRONA: RELATO DE CASO

GILBERTO BARCELOS SOUZA, LAILA PINHEIRO ARRUDA, MAYARA MALHADO, JULIANA TABOSA DA SILVA, BRUNA DE ABREU GIESTAL, ANGÉLICA DA SILVEIRA NASCIMENTO, MAURÍCIO LAURO OLIVEIRA, AGUEDA ALMEIDA CABRAL DE SOUZA

Serviço de Farmácia. Hospital Universitário Antonio Pedro. Universidade Federal Fluminense. Niterói. RJ.

Introdução: A equipe de enfermagem é a responsável pela administração dos medicamentos aos pacientes em todas as instituições de saúde, sendo importante que durante a terapêutica medicamentosa injetável, observe o paciente quanto a possíveis erros médicos, interações e incompatibilidades medicamentosas, com o objetivo de minimizar os possíveis danos aos pacientes, tendo em vista que em unidades de terapia intensiva, nas quais é grande a complexidade e a freqüência dos procedimentos, a ocorrência de erros é maior.

Objetivos: Relato de caso de uma incompatibilidade de via descrita na literatura médica para anfotericina B complexo lipídico com imipenem, bicarbonato de sódio e ondansetrona. 

Método: A partir da análise das prescrições médicas de paciente, exceto para as soluções parenterais de grande volume (SPGV), admitidos na Hematologia do Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP), em maio de 2012, de um relato de caso de incompatibilidade de via na administração de anfotericina B complexo lipídico com imipenem, bicarbonato de sódio e ondansetrona.

Resultados e discussão: Paciente internado na Hematologia do HUAP em uso dos seguintes medicamentos injetáveis: imipenem, anfotericina B complexo lipídico, ondansetrona, linezolida e bicarbonato de sódio. De acordo com a literatura médica, existe incompatibilidade de via descrita para ANFOTERICINA B COMPLEXO LIPÍDICO versus IMIPENEM, BICARBONATO DE SÓDIO e ONDANSETRONA. A associação dos medicamentos anfotericina B complexo lipídico 1 mg/mL em SG 5% com imipenem 5 mg/mL em SF 0,9% é fisicamente INCOMPATÍVEL com o aparecimento de um precipitado amarelo. A associação dos medicamentos anfotericina B complexo lipídico 1 mg/mL em SG 5% com bicarbonato de sódio 1 mEq/mL solução não diluída é fisicamente INCOMPATÍVEL com o aparecimento de um precipitado amarelo. A associação dos medicamentos anfotericina B complexo lipídico 1 mg/mL em SG 5% com ondansetrona 1 mg/mL em SG 5% é fisicamente INCOMPATÍVEL com o aparecimento de um precipitado amarelo. Devido ao número elevado de medicamentos envolvidos além da anfotericina B complexo lipídico, imipenem, bicarbonato de sódio e ondansetrona, o risco de múltiplas interações medicamentosas é real.

Conclusão: A prevenção de erros deve basear-se na busca de causas reais. Erros devem ser aceitos como evidência de falha no sistema, e abordados como oportunidade de revisão do processo e aprimoramento da atenção farmacêutica ao paciente hospitalizado, tendo em vista, que a existência de interações e incompatibilidade de medicamentos injetáveis é um risco permanente em hospitais.

Descritores: diluição de medicamentos; interações medicamentosas; incompatibilidade.

Poster in: IV Fórum Internacional sobre Segurança do Paciente. 17 a 18 de agosto de 2012. Belo Horizonte, MG 

31 julho 2012

Interação digoxina versus furosemida


INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO. INTERAÇÃO DE DIGOXINA-FUROSEMIDA.

GB SOUZA; JL AZEVEDO; JFC BARROS; ZM ARDIZZON; MI PEREIRA; MCM PESSANHA; AF JULIANO; IF ARAÚJO; VL ARAÚJO; FH SOARES; PA ABREU; JS SILVA

Serviço de Farmácia. Hospital Universitário Antonio Pedro. Universidade Federal Fluminense. Niterói. RJ.

A consulta de interações medicamentosas é uma tarefa que pode consumir um tempo considerável do profissional farmacêutico no seu trabalho diário dentro da farmácia hospitalar. A associação com fins terapêuticos é um princípio tão antigo como a farmácia, e tem sido a base da farmacoterapia durante mais de dois mil anos. Uma interação medicamentosa é qualquer alteração da resposta previsível à ação de um fármaco, e que seja consequência da ação concorrente no organismo de outra substância química não produzida pelo organismo. A importância clínica das interações medicamentosas dentro da realidade terapêutica tem sido discutida, sendo que somente uma de cada cinco interações medicamentosas são observados sintomas clínicos. Existe uma série de fatores que limitam a observação de uma interação a nível clínico. A maior parte das interações são muito difíceis de observar, e passam despercebidas ou confundidas como um efeito secundário de alguns dos medicamentos utilizados ou como um sintoma a mais das enfermidades tratadas no paciente. Outro fator é o tempo para que uma interação se manifeste, podendo levar até 3 semanas para se manifestar em termos clínicos, ou até mesmo uma interação conhecida pode ser empregada com fins terapêuticos. A mais frequente combinação descrita foi a de digoxina com diuréticos. Estudos realizados mostram que digitálicos e diuréticos foram os mais prescritos e que 72,3% dos pacientes não receberam suplementos de potássio. Dentro das observadas, só 10% destas últimos são suscetíveis de provocar efeitos graves no paciente. Os diuréticos, associados aos digitálicos, são drogas utilizadas no tratamento da insuficiência cardíaca. Os diuréticos aumentam a possibilidade de intoxicação digitálica através de distúrbios eletrolíticos como hipocalemia, hipomagnesia. A hipocalemia induzida pela furosemida aumenta a sensibilidade ao digitálico, predispondo a intoxicação digitálica e a  toxicidade da digoxina pode precipitar arritmias. O objetivo do trabalho foi verificar a interação medicamentosa entre a digoxina e furosemida em um hospital universitário. Prescrições de todos os pacientes internados em um hospital universitário, no período de abril a julho de 2003 foram revisadas. Foi realizada busca manual de todos os prontuários de pacientes internados, exceto para o ambulatório e emergência. Foram identificados os pacientes que utilizaram a combinação digoxina-furosemida. Dos 2.783 pacientes internados, durante o período do estudo, 100% dos pacientes internados na cardiologia, apresentavam riscos de interação medicamentosa; 100% dos pacientes internados que fizeram uso da associação digoxina-furosemida, apresentavam riscos de outras interações medicamentosas também relacionadas: digoxina-captopril, digoxina-hidroclorotiazida, digoxina-amiodarona, digoxina-espironolactona; 75 ou 98,68% dos pacientes internados não receberam suplementos de potássio; 76 ou uma taxa de 2,73% de pacientes com interações medicamentosas para digoxina-furosemida. O elevado número de medicamentos que recebem a maioria dos pacientes durante sua internação, é um fator que contribui para a necessidade de se estabelecer um programa eficaz de detecção de interações medicamentosas e para a implantação de um programa de atenção farmacêutica em pacientes hospitalizados.

10 junho 2012

Anfotericina B complexo lipídico: estabilidade das soluções diluídas


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Estabilidade da solução diluída: em soro glicosado 5% na concentração entre 0,4 mg/mL e 2 mg/mL é estável para 7 dias em temperatura ambiente e sob refrigeração em bolsa plástica de PVC para infusão via endovenosa. Uso injetável.(1)

Estabilidade da solução diluída: em soro glicosado 5% na concentração de 1 mg/mL é estável para 6 h em temperatura ambiente e 2 dias sob refrigeração em bolsa plástica de PVC para infusão via endovenosa. Uso injetável.(2)

Estabilidade da solução diluída: em soro glicosado 5% na concentração de 0,4 mg/mL, 0,8 mg/mL e 2 mg/mL é estável para 7 dias em temperatura ambiente e sob refrigeração em bolsa plástica de poliolefina para infusão via endovenosa. Uso injetável.(3)

Referências bibliográficas:
1.Vanneaux V, Proust V, Chéron M, Besnard M, Corriol O, Gimenez F, Singlas E, Legrand P. A physical and chemical stability study of amphotericin B lipid complexes (Abelcet) after dilution in dextrose 5%. EJHP Science 2007;13(1):10-13.
2.Amphotericin B lipid complex. Disponível em : http://www.globalrph.com. Acesso em: 11 de outubro de 2010.
3.Amphotericin B lipid complex. Disponível em : http://www.stabilis.org. Acesso em: 11 de outubro de 2010.

19 maio 2012

Livro de Fórmulas Farmacêuticas Extemporâneas

A obra apresenta 521 fármacos e mais de 900 fórmulas de medicamentos manipulados, e suas respectivas estabilidades, preparados a partir de matéria-prima, cápsulas, comprimidos, ampolas, solução para nebulização, spray nasal, ou de outras formas farmacêuticas existentes; estabilidade de líquidos orais fracionados e estocados em seringa dosadora oral âmbar.

Todas as informações sobre a estabilidade das fórmulas do livro Fórmulas Farmacêuticas Extemporâneas foram compiladas e harmonizadas através de consultas e pesquisas em mais de 300 referências bibliográficas e seus respectivos artigos científicos publicados na literatura farmacêutica mundial.

Monografia dos seguintes medicamentos: acebutolol, acetato de alumínio, acetato de cálcio, acetato de zinco, acetazolamida, acetilcisteína, aciclovir, ácido acético, ácido ascórbico, ácido bórico, ácido cítrico, ácido clorídrico, ácido dimercaptosuccinico, ácido etacrínico, ácido fólico, ácido folínico, ácido lático, ácido tranexâmico, ácido tricloroacético, ácido ursodesoxicólico, ácido valpróico, água bicarbonatada, água purificada com conservantes, alantoína, álcool etílico, alendronato, alfa-amilase, alimemazina, almitrina + raubasina, alopurinol, alprazolam, ambroxol, amicacina, amilorida, amilorida + hidroclorotiazida, aminofilina, amiodarona, amitriptilina, amoxicilina, amoxicilina + clavulanato de potássio, ampicilina, anfotericina B, anlodipino, aprepitant, atenolol, atorvastatina, atropina, azatioprina, azitromicina, azul de metileno, azul de toluidina, baclofeno, balsamo de Peru, bambuterol, base de Beeler, base de creme emoliente lavável, base de creme emoliente O/A, base de creme evanescente, base de creme Lanette, base de creme para couro cabeludo, base de pomada cetílica, base de pomada simples BP, base de pomada emulsificante O/A, base de pomada hidrofílica, base de pomada oclusiva lavável, base de pomada oftálmica, base de pomada PEG, base de unguento hidrofílico, base de xampu anfótero, base de xampu aniônico anfótero, base emulsificante aquosa, base tópica oleosa e alcoólica, beclometasona, benazepril, bendrofluazida, benzidamina, betametasona, betanecol, bevacizumabe, bosentan, brometo de ipratrópio, bromfeniramina, budenosida, bupivacaína, bupropiona, bussulfano, cafeína, calcitriol, candesartana, capsaicina,captopril, carbamazepina, carbidopa + levodopa, carbomelose, carbonato de cálcio, carisoprodol, carnitina, carvão ativado, carvedilol, cefaclor, cefadroxila, cefalexina, cefatrizina, cefpodoxima, cefuroxima, celecoxibe, cetamina, cetoconazol, cetoprofeno, ciamemazina, cianocobalamina, ciclofosfamida, ciclosporina, cidofovir, cimetidina, ciproeptadina, ciprofloxacino, ciproterona, cisaprida, citalopram, citrato de lítio, citrato de sódio, claritromicina, clindamicina, clobazam, clobetasol, clobetasona, clobutinol, clonazepam, clonidina, clopidogrel, clorambucila, cloreto de potássio, cloreto de sódio, cloreto férrico, clorexidina, clorexidina + mupirocina, clorfeniramina, clormeprazina, cloroquina, clorotiazida, clorpromazina, clotrimazol, clozapina, codeína, codergocrina, coenzima Q10, colchicina, colecalciferol, colesterol, colestiramina, colistina, creme analgésico, creme base aniônico, creme base de cerato simples, creme base de cold cream, creme base de trietanolamina, creme base não-iônico, creme de cetomacrogol, creme de EDTA, cromoglicato de sódio, dantroleno, dapsona, desmopressina, desonida, dexametasona, dexclorfeniramina, diatrizoato de meglumina, diazepam, diazóxido, diclofenaco de sódio, diclofenaco dietilamônio, didanosina, difenidramina, digoxina, diltiazem, dimenidrinato, dimeticona, dinoprostona,dipiridamol, dipirona, dipirona + escopolamina, disopiramida, dissulfiram, dolasetrona, domperidona, donezepil, doxazosina, doxepina, doxiciclina, efavirenz, emulgel com HPMC, emulsão O/A, emulsão O/A de cetomacrogol, enalapril, eosina, epinefrina, ergocalciferol, escitalopram, escopolamina + dipirona, espiramicina, espironolactona, espironolactona + hidroclorotiazida, estavudina, estradiol, etambutol, etinilestradiol, etionamida, etoposido, etosuximida, famotidina, fenazopiridina, fenilbutirato, fenilefrina, fenilpropanolamina, feniramina, fenitoína, fenobarbital, fenofibrato, fenoterol, fenoxibenzamina, fentanila, fexofenadina, fitomenadiona, flecainida, flucitosina, fluconazol, fludrocortisona, flufenazina, flunisolida, fluoresceína, fluoxetina, fosfato de sódio, furosemida, gabapentina, galantamina, gel de carbopol, gel de carbopol hidroalcoólico, gel de carboximetilcelulose, gel de metilcelulose, gel hidroalcoólico, gel para ultrassonografia, gentamicina, glibenclamida, gliburida, glicerol, glicina, glicopirrolato, glucobionato de cálcio, gluconato de cálcio, gluconato de magnésio, glutamina, granisterona, griseofulvina, guaifenesina, haloperidol, hidralazina,hidrato de cloral, hidroclorotiazida, hidroclorotiazida + amilorida, hidroclorotiazida + espironolactona, hidrocortisona, hidroxicarbamida, hidroxicloroquina, hidróxido de alumínio, hidróxido de magnésio, hidróxido de sódio, hidroxizina, hipoclorito de sódio, hipromelose, ibuprofeno, imiquimode, indinavir, indometacina, iodeto de potássio, iodofórmio, isoniazida, isotretinoína, isradipino, itraconazol, ivermectina, labetalol, lactobionato de cálcio, lactulona, lamivudina, lamotrigina, lansoprazol, levamisol, levetiracetam, levodopa + carbidopa, levofloxacino, levomepromazina, levotiroxina, lidocaína, lindano, lisina, lisinopril, loção anestésica, loção de base Lanette, loção de calamina, loção de trietanolamina, loção emoliente, loção repelente de insetos, loperamida, lopinavir + ritonavir, lorazepam, losartana, lovastatina, lugol forte, lugol fraco, mandelato de metenamina, melatonina, meloxicam, memantina, menadiona, mercaptopurina, mesna, metadona, metformina, metildopa, metilergometrina, metilfenidato, metilose, metilparabeno, metimazol, metoclopramida, metolazona, metoprolol, metronidazol, mexiletina, mianserina, miconazol, midazolam, minociclina, minoxidil, misoprostol, mofetila, morfina, moxifloxacino, mupirocina + clorexidina, nadolol, naltrexona, naratriptano, neomicina, nevirapina, niaprazina, nifedipino, nimodipino, nistatina, nitrazepam, nitrofurantoína, nitroglicerina, nizatidina,norfloxacino, nortriptilina, olanzapina, oleosorbato 80, olmesartana, omeprazol, ondansetrona, orfenadrina, oseltamivir, oxandrolona, oxibutinina, oxicodona, oxitetraciclina, pantoprazol, papaína, paracetamol, pasta de açúcar, pasta d'água, pasta de Alibour, pasta de dióxido de titânio, pasta de Lassar, pasta de Unna, penicilamina, pentoxifilina, perclorato de potássio, pergolida, periciazina, permanganato de potássio, permetrina, peróxido de uréia, pilocarpina, pimozida, pipamperona, pipotiazina, pirazinamida, piridostigmina, piridoxina, pirilamina, pirimetamina, piroxicam, podofilina, poliestirenossulfonatode sódio, polividona-iodo, pomada de vaselina, pomada emulsificante de cetomacrogol, pravastatina, prednisolona, prednisona, primaquina, procarbazina, proclorperazina, prolina, prometazina, propafenona, propilenoglicol, propilparabeno, propiltiouracila, propranolol, quinapril,quinidina, quinina, rabnitidina, retinol, ribavirina, riboflavina, rifabutina, rifampicina, rifaximina, risperidona, ritonavir, ritonavir + lopinavir, rivastigmina, rufinamida, salbutamol, saliva artificial, saliva artificial com lidocaína, saquinavir, selegilina, sertralina, sevelamer, sildenafil, sirolimo, solução de Carnoy, solução de fosfato, solução de Golitely, solução de Joulie, solução de parabenos, solução de Shohl, solução de Shohl modificada, solução hidroalcoólica, solução sedativa oral, sorbitol, sotalol, sucralfato, sulfadiazina, sulfametoxazol + trimetoprima, sulfassalazina, sulfato de magnésio, sulfato de neomicina, sulfato de zinco, sulfato ferroso, sulpirida, sumatriptano, sunitinibe, tacrolimo, talidomida, tartarato de ergotamina, temozolomida, tenofovir, tenoxicam, teofilina, terbinafina, terbutalina, tetracaína, tetraciclina, tiabendazol, tiagabina, tiamina, timolol, tinidazol, tintura de ópio, tioguanina, tioproperazina, tioridazina, tiossulfato de sódio, tiotixeno, tocoferol, topiramato, tramadol, tramadol + paracetamol, trazodona, triancinolona, trifluoperazina, trifluopromazina, trimebutina, trimetazidina, trimetoprima, trimipramina, uréia, valaciclovir, valganciclovir, valproato de sódio, valsartana, vancomicina, varfarina, vaselina colesterinada, vaselina hidrofílica, vaselina mentolada, vaselina salicilada, vaselina + hidróxido de alumínio, veículo suspensor oral, veículo suspensor oral para drogas amargas, venlafaxina, verapamil, xarope de acácia, xarope de ácido cítrico, xarope de citrato de potássio, xarope de citrao de sódio, xarope de ipeca, zidovudina, zipeprol, ziprasidona, zonisamida, zuclopentixol.

26 abril 2012

Colírio de timoxamina


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Timoxamina..................................................................................................................................................150 mg
Acetato de Sódio..............................................................................................................................................7 mg
Ácido Bórico.................................................................................................................................................483 mg
Nitrato de Fenilmercúrioo............................................................................................................................0,6mg
Agua Destilada q.s.p......................................................................................................................................30 mL

Manipulação: Calcular a quantidade requerida de cada componente da formulação para o total de material a ser preparado. Este produto deve ser preparado em área com controle ambiental de forma a reduzir a introdução, a geração e a retenção de contaminantes em seu interior. Na capela de fluxo laminar dissolver os componentes da formulação. Dissolver a timoxamina, o acetato de sódio e o ácido bórico em 22 mL de água bidestilada. Preparar uma solução de nitrato fenilmercúrico (0,1 mg/ml) agitando até completa dissolução. Adicionar 6 ml desta solução na solução anterior. Levar a pH 5,5-6 com hidróxido de sódio 0,1 N e adicionar água bidestilada até o volume final de 30 mL, filtrando previamente a solução através de um filtro esterilizante de 0,22 micra . Estocado em frasco âmbar na concentração de 0,5%. Para uso oftálmico. Estabilidade de 2 anos sob refrigeração

Referência: Oftalmologia. Disponível em: http://sefh.interguias.com. Acesso em: 24 de setembro de 2007

17 março 2012

High Dose Methotrexate in Adult Oncology Patients: A Case-Control Study Assessing the Risk Association between Drug Interactions and Methotrexate Toxi

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High Dose Methotrexate in Adult Oncology Patients: A Case-Control Study Assessing the Risk Association between Drug Interactions and Methotrexate

April Chan and Irina Rajakumar
London Health Sciences Centre, London, ON

Background: High-dose methotrexate, defined as dose ≥ 1g/m2, is commonly used in chemotherapy protocols. Certain drugs such as acyclovir, allopurinol, proton pump inhibitors (PPIs) and some antibiotics have been associated with delayed renal clearance of methotrexate and may predispose patients to toxicities. Currently, no specific recommendations exist on adjusting high-dose methotrexate regimen in the presence of potential interacting drugs. This study aims to determine whether presence of interacting drugs is associated with delayed methotrexate clearance.

Methods: This was a case-control study of adult oncology patients who received their first cycle of high-dose methotrexate. Cases were defined as patients who experienced delayed methotrexate clearance, as indicated by serum methotrexate level ≥ 0.1 umol/L at 72 hours. The primary endpoint was the frequency of interacting drugs between cases and controls. These were compared using Fisher’s exact test. Where possible, adjustment for significant baseline differences was made using logistic regression. The secondary endpoint was frequency of methotrexate-related clinical toxicities between groups and included myelosuppression, nephrotoxicity, hepatotoxicity and mucositis.

Results: From January 2004 to March 2011, 73 patients met study criteria, of which 23 were defined as cases. Significant baseline differences were high-dose methotrexate dose received and renal impairment. The presence of interacting drugs was not associated with delayed methotrexate clearance (OR 0.91, 95% CI 0.24–3.38, p>0.999). After adjusting for high-dose methotrexate dose, drugs observed with the most frequency (allopurinol, PPIs and sulfamethoxazole/trimethoprim) were not associated with delayed methotrexate clearance (p-values of 0.948, 0.592 and 0.204 respectively). Cases experienced more severe anemia (grade 2.52 versus 1.68, p=0.007) and higher rates of mucositis (65.2% versus 20.0%, p<0.001).

Conclusion: This study showed no significant association between presence of interacting drugs and delayed methotrexate clearance. Patients who experienced delayed methotrexate clearance had more severe anemia and higher rates of mucositis.

Reference: Can J Hosp Pharm. 2012 Jan-Feb; 65(1): 54–73.

20 fevereiro 2012

Visual incompatibility of morphine sulfate, furosemide and levofloxacin during Y-site administration: about a case

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Visual incompatibility of morphine sulfate, furosemide and levofloxacin during Y-site
administration: about a case

Ame´lie Hugon, Se´bastien Chanoine, Sophie Schmidlin, Jean Calop, Benoit Allenet, Pierrick Bedouch

Pharmacy; Pharmacovigilance, Grenoble University Hospital, Grenoble, France

Background and objective: The simultaneous Y-site administration of injectable drugs through the veins can be responsible of physicochemical incompatibilities involving a loss of efficiency and/or a catheter obstruction with a risk of complication for the patient.

We report the practical management of the case of a physico-chemical incompatibility by acid/base reaction between morphine sulfate, furosemide and levofloxacin.

Design Case report: Setting Pneumology ward in university hospital with integration of clinical pharmacists. Main outcome measures Bibliographical researches: Trissel Handbook on injectable drugs, Vidal, Theriaque and Stabilis database.

Results:A 73 years-old man, hospitalized for pulmonary arterial hypertension with oedema, showed a limited venous access; a one way catheter was set up. Two drugs were put in the drip: a furosemide continuous infusion (5 mg/ml) and a 1-h levofloxacin infusion twice a day (5 mg/ml). These two drugs were simultaneously put in a drip for 2 days during week-end (no pharmacist present in ward) with no visual precipitation whereas incompatibility between levofloxacin and furosemide was described [1]. At the third day, a morphine sulphate continuous infusion (0.8 mg/ml) was added for severe pain. Before levofloxacin infusion, there was no visual precipitation. At the end of the levofloxacin infusion, the nurse noticed a flow drop and the formation of a white crystal precipitate appearing at the Y junction level. The infusions were immediately stopped and the drip was removed. Then, the levofloxacin and morphine sulfate infusions were restarted and furosemide was replaced by oral formulation. No incompatibility was observed with this treatment.

Conclusions: The incompatibility between furosemide and morphine sulphate is well documented. Indeed, furosemide solution has a basic pH (pH = 9) and precipitates when pH is below 5.5. Morphine sulphate solution is acid (pH = 3–4.5).

We suggested that the addition of morphine sulphate removed the buffer effect of furosemide which probably induced a precipitation with levofloxacin. This simple case shows the importance in managing simultaneously Y-site administered injectable drugs when more than two drugs are simultaneously administered.

Reference: Saltsman C, et al. Compatibility of levofloxacin with 34 medications during simulated Y-site administration. Am J Health Syst Pharm. 1999;56(14):1458–9.

Email AHugon@chu-grenoble.fr

16 janeiro 2012

Alcohol-free Benzydamine mouth gel

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Alcohol-free Benzydamine mouth gel recommendations and experiences in oral mucositis

D. Keiner, D. Stephan, L. Krüger
SRH Zentralklinikum Suhl, Zentralapotheke, Suhl, Germany

Background: Chemotherapy- and radiotherapy-induced oral mucositis (OM)represents a therapeutic challenge frequently encountered in cancer patients. More than 40 different substances were evaluated in terms of prevention and treatment of mucositis. The implementation of an alcohol-free benzydamine mouth wash in pharmaceutical care is discussed. Benzydamine is one option supported by an evidence base.

Material and Methods: A mouth gel with 0.15% benzydamine hydrochloride has been developed, which is in line with recommended requirements alcohol-free preparation, no growth factor, easy to use oral, pleasant taste and consistency, moderate price) and has been analyzed concerning its safety and effectiveness, using both subjective and objective measures.

Results: Its lead compound alcohol mouth gel contains benzydamine HCl, sodium hydrogen carbonate, saccharine sodium, polysorbate, polyvidone, glycerol and hydroxyethyl cellulose. The evaluation of OM by longitudinal survey in the Head and Neck Clinic (n=10;20 % female, 48-65 y) was recorded before cytotoxic therapy (T0) and at day 7 (T1). The Brief Pain Inventory pain intensity score decreased(T0:12.6 + 4.1; T1: 9.4 + 3.0). The pain during a 24-hour recall period was reduced by 36.5 + 9.4 %. Patients reported less use of analgesic medications (non-opioid medications). The mouth gel was applied undiluted on average 4 times per day (Min: 3, Max: 5). Patients developed mostly OM-degree 1 (WHO, 80%).

Conclusion: Health-related quality of life is improved by reducing pain. This new
intervention for the prevention and treatment of OM could ultimately lead to reduced patient suffering and improve cancer treatment outcome. The 0.15% alcohol-free benzydamine mouth wash can beproduced easily from any pharmacy.

References: 16th Congress of EAHP. 30 March - 01 April 2011. Viena. Austria