28 agosto 2013

Intranasal fentanyl for palliative care



Mercadante, S., et al., A comparison of intranasal fentanyl spray with oral transmucosal fentanyl citrate for the treatment of breakthrough cancer pain: an open-label, randomised, crossover trial. Curr Med Res Opin, 2009[12]

This is a landmark trial regarding intranasal fentanyl for the treatment of breakthrough pain. The authors randomized 139 patients to either oral transmucosal fentanyl – OTFC (Actiq) versus intranasal fentanyl (Instanyl) in a cross over trial where the patients served as their own control by being subjected to both treatments. Instanyl is a highly concentrated form of fentanyl – ranging from 500 mcg/ml to 2000 mcg/ml delivered at a 0.1 ml dose of 50 to 200 mcg) into one nostril, with the option of a second dose at 10 minutes via an atomizer device. Patients had to have cancer associated breakthrough pain occurring at least 3 times per week to be eligible. In the initial part of the trial they had a dose titration phase to determine both the proper dose of Actiq and of Instanyl to control their usual pain – this dose was then used for treatment of breakthrough pain during the randomization phase. Once dosing was determined patients were treated with either method for a maximum of 2 weeks until they had used the study drug 6 times, at which point they crossed over and used the alternate drug six times.  The patients were not blinded to the treatment medication. The primary outcome was time until meaningful pain reduction as per patients opinion. Secondary outcome was pain relief based on a numerical rating scale (0 to 10) with time to achieving at least 33% reduction and 50% reduction recorded.

10 julho 2013

La calidad en las publicaciones biosanitarias sobre la elaboración de medicamentos de forma individualizada


 
 
 
 
 
 
 
 
A excepción de International Journal of Pharmaceutical Compounding ( IJPC) revista especializada en la publicación de artículos sobre la elaboración de medicamentos de forma individualizada, fórmulas magistrales y mezclas parenterales, no son muy frecuentes las publicaciones sobre estos temas en las revistas de farmacia hospitalaria y  del ámbito farmacéutico.  
 
En los últimos años si se han incrementado las publicaciones sobre estudios de eficacia y casos clínicos de fórmulas magistrales en las revistas de las especialidades de dermatología y oftalmología  debido a la demanda en la prescripción de medicamentos no elaborados por la industria farmacéutica y acordes con las características específicas de un determinado paciente.  Tanto en estas publicaciones como en las específicas de la formación farmacéutica detectamos muchas deficiencias en cuanto a la calidad del contenido en la composición,, elaboración y período de validez de las formulas objeto de estudio. Aunque son más frecuentes los estudios de eficacia que los de estabilidad debido a la dificultad que entrañan estos últimos desde un punto de vista técnico y económico, consideramos imprescindible en ambos casos la descripción completa de los siguientes datos:
  • -   Composición completa y cuantitativa de todos los componentes de la fórmula o mezcla parenteral ( principio activo , vehículo y excipientes) Especificación de la forma en la que se presentan los componentes : acido , base , sal , nº de moléculas de agua en el caso de moléculas hidratadas.  Puede utilizarse el PM , fórmula química y /o referencia del número de la monografía correspondiente de la farmacopea si es que el principio activo está descrito en ella. 
  • -     PNT (protocolo normalizado de trabajo) de la fórmula ensayada. Incluir siempre en los estudios de estabilidad y recomendable en los estudios de eficacia.
  • -     Caducidad o período de validez. Tanto si se ha establecido de forma empírica teniendo en cuenta forma farmacéutica , vía de administración y esterilidad ( USP 795 y 797 )como basada en referencias bibliográficas .
El objetivo principal para el  lector de artículos científicos es que la experiencia publicada en la revista,  en nuestro caso eficacia o estabilidad pueda reproducirse.  Si los datos son incompletos o no están lo suficientemente especificados no podremos aplicar la misma estabilidad evaluada , factor imprescindible para garantizar la utilización , seguridad y calidad de la fórmula. 
 

18 maio 2013

Infusão em mL/hora para dobutamina 500 mcg/mL.




Peso Paciente
30 kg
40 kg
50 kg
60 kg
70 kg
80 kg
90 kg
100 kg
Dose
mcg/kg/min
(mL/h)
(mL/h)
(mL/h)
(mL/h)
(mL/h)
(mL/h)
(mL/h)
(mL/h)
0,5
1,8
2,4
3
3,6
4,2
4,8
5,4
6
1
3,6
4,8
6
7,2
8,4
9,6
10,8
12
2,5
9
12
15
18
21
24
27
30
5
18
24
30
36
42
48
54
60
7,5
27
36
45
54
63
72
81
90
10
36
48
60
72
84
96
108
120
12,5
45
60
75
90
105
120
135
150
15
54
72
90
108
126
144
162
180
17,5
63
84
105
126
147
168
189
210
20
72
96
120
144
168
192
216
240

Referência: Souza GB. Manual de Drogas Injetáveis, 2ª ed. Editora Medfarma. São Paulo. 2012

28 abril 2013

Cold water reconstitution of Vidaza® with subsequent refrigerated storage prolongs drug stability

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Cold water reconstitution of Vidaza® with subsequent refrigerated storage prolongs drug stability

Anthony Tutino, RPh; Mei Lai, PhD

Study Objectives: This study assessed whether the stability of azacitidine suspension can be prolonged when reconstituted with refrigerated water for injection followed by storage under refrigerated conditions.

Methods: Two lots of azacitidine (Vidaza) were reconstituted with refrigerated (2–8ºC) water for injection to form a suspension and immediately stored refrigerated (2–8ºC). After storage for 16, 18, 20, or 22 hours, azacitidine suspension was then placed at a constant 25ºC for 30 minutes then tested for potency, redispersibility time, and suspension appearance. Sterility testing was performed at the end of the study. Stability of azacitidine was defined as maintaining > 90% potency.

Results: Azacitidine reconstituted with cold water (2–8ºC) followed by refrigerated storage (2–8ºC) and 30 minutes equilibration to 25ºC remained stable from baseline to 22 hours with a maximum loss of potency of 2.7% for each of the two lots of drug evaluated. At the 16, 18, 20, and 22 hour study time points and 30 minutes equilibration to 25ºC, redispersion time was 0.3 minutes with the appearance of fine white particles in suspension. All reconstituted vials stored refrigerated (2–8ºC) passed sterility testing at the end of study. Reconstitution of azacitidine with cold water for injection together with subsequent refrigerated storage is associated with a threefold prolongation in the stability time of the drug from 8 to 22 hours.

Conclusion: This substantial increase in the time of azacitidine maintaining > 90% potency allows for prolonged in-use time that may provide for more convenience for pharmacists.

Reference: European Journal of Oncology Pharmacy • Volume 5 • 2011 • Issues 3-4

16 março 2013

Etilefrina: extravasamento



Efortil®; etiladrianol; etilefrin (INN).

Descrição: solução injetável. Cada mL contém 10 mg de cloridrato de etilefrina (ampola 1 mL). Excipiente: água para injeção; pH 4,5-6,5. Estocar em temperatura ambiente, não congelar e proteger da luz.(1,2)

Categoria: droga simpaticomimética de ação direta com elevada afinidade pelos receptores α-1, β-1 e β-2, sendo capaz de potencializar a contratilidade cardíaca e aumentar o desempenho cardíaco, elevando o volume sistólico; indicado no tratamento da hipotensão normovolêmica aguda, síncope cardiovascular, associado a sintomas, tonturas, sensação de fadiga inexplicável, visão embaraçada ou perda da visão, sensação de fraqueza.(1,2)

Protocolo de extravasamento: interromper imediatamente a infusão do medicamento instalado, quando observar sinais e sintomas de extravasamento. Não retirar a agulha. Aspirar, pela agulha, a medicação extravasada residual o quanto puder. Retirar a agulha. Prevenção da necrose:o local deve ser infiltrado com 10 mg de fentolamina diluída em 15 mL de soro fisiológico (adulto) e 0,2 mg/kg em 10 mL de soro fisiológico (pediatria). Deve ser utilizada uma seringa com agulha fina e a solução deve ser infiltrada por toda a área afetada. Se a área é infiltrada dentro de 12 h, o bloqueio simpático com fentolamina produz imediatas e visíveis mudanças locais hiperêmicas.(3)

Monitorização do paciente: orientar o paciente a manter o membro elevado. Observar regularmente a presença de dor, eritema, enduração ou necrose. Documentar o tratamento: data, hora, local/dispositivo inserido, seqüência de medicamentos, notificação do médico e tratamento de enfermagem.

Contaminação acidental: as áreas afetadas do corpo devem ser lavadas imediatamente com bastante água durante 20 a 30 minutos. Se derramar na bancada de trabalho: lavar as áreas contaminadas com detergente e água para injeção. Limpar o interior e a superfície do trabalho com álcool a 70%. Deixar secar na ventilação. Terminada a descontaminação colocar todos os materiais e esponjas num saco plástico, selar e rotular como "RESÍDUOS DE MEDICAMENTOS" e incinerar.

Conduta na superdose: uma superdosagem aguda acentua as reações adversas descritas. Em lactentes e crianças pequenas, a superdosagem pode causar depressão respiratória central e coma. Deve-se instituir um tratamento sintomático adequado. Em caso de superdosagem grave devem ser adotadas medidas de terapia intensiva. Os sintomas devidos à atividade beta1-simpaticomimética devem ser tratados com beta-bloqueadores, administrados de acordo com as normas terapêuticas habituais para esta classe de fármacos.(1)

Referências bibliográficas:
1.Etilefrin. Disponível em: http://www.viha.ca. Acesso em: 17 de setembro de 2010.
2.Micromedex®. Disponível em: http://www.periodicos.capes.gov.br. Acesso em 20 de janeiro de 2013.
3.Guide extravasation management in adult & pediatric patients. The University of Kansas Hospital. Disponível em: http://www2.kumc.edu/pharmacy. Acesso em: 18 de janeiro de 2013.