30 maio 2016

ANÁLISE DE PRESCRIÇÕES ONCOLÓGICAS EM UM COMPLEXO HOSPITALAR DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

Ana Claudia de Almeida - anac.almeida90@gmail.com;
Débora Sanches Comar - debora_ad@hotmail.com;
Jaqueline Correa de Souza - jaque-correa@hotmail.com;
Julia Florêncio Mega - juliafmega@hotmail.com;
Regina Maura Oliveira Mazetto - fermaz@terra.com.br;

Fundação Faculdade Regional de Medicina de São José do Rio Preto/SP;

Introdução: O câncer é uma das patologias que vem atingindo drasticamente a população mundial, sendo uma das doenças crônicas não transmissíveis que mais causam óbitos no mundo. Com a evolução das tecnologias farmacêuticas, hoje existem tratamentos que podem levar à cura do
paciente, priorizando a qualidade de vida do mesmo. Os agentes antineoplásicos são divididos em classes e cada medicamento necessita que haja a terapia individualizada do paciente, visando a necessidade e limitações do mesmo. Erro de medicação é algo que ocasiona dano temporário ou irreversível ao paciente, pelo uso inadequado do mesmo, ou mesmo pela ausência da medicação. Objetivo: O estudo se baseia na análise de prescrições, com o intuito de prevenir os erros de medicações, e realização de comparativo com trabalho publicado anteriormente na instituição, sendo assim, mensurado o trabalho na farmácia clínica e garantindo assistência de excelência ao paciente, evitando que divergências encontradas nas prescrições cheguem ao usuário final. Metodologia: Foram analisadas 9300 prescrições, do período de março a dezembro de 2015, A análise baseou-se em literaturas e protocolos da instituição. Resultados: Das prescrições analisadas, 364 (4%) apresentaram divergências de prescrições, sendo 430 erros: dose 185 (43%), volume 47 (11%), apresentação 28 (6%), tempo de infusão 71 (16%), frequência 41 (10%), omissão de fármaco 28 (7%) e outros 30 (7%). Conclusão: Os resultados apresentados em 2014, no mesmo período, apresentaram valor inferior aos apresentados recentemente. Concluiu-se que, devido a grande rotatividade do corpo clínico de residentes, as divergências são constantes. Cabe a equipe multidisciplinar o trabalho de monitorização das prescrições constantes, evitando assim perdas financeiras e prejuízo ao paciente.

Poster in: Anais do VIII Congresso da SOBRAFO - 20 a 22 de maio de 2016 - Florianópolis - SC

31 março 2016

ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR HIPODERMÓCLISE: UMA REVISÃO DA LITERATURA.

Cyntia de Lima Braz, Rachel Cristina Cardoso Pereira, Josiane Moreira da Costa

 Hospital das Clínicas da UFMG & Hospital Risoleta Tolentino Neves

Objetivo: Realizar uma revisão de literatura sobre recomendações para administração de medicamentos por hipodermóclise.

Método: Revisão não sistemática da literatura por meio do Medline (Medical Literature Analysis and Retrieval System Online), com PubMed e BVS (Biblioteca Virtual em Saúde) como interface.

Resultados: Foram selecionados 21 artigos com informações sobre técnicas de administração de medicamentos por hipodermóclise, os quais contaram com a identificação de 78 medicamentos, sendo que sobre 53 fármacos, identificou-se informações sobre a dose utilizada em hipodermóclise. As informações referentes a diluentes e demais critérios de administração foram identificadas, respectivamente, para um quantitativo de 56 e 47 medicamentos. Os medicamentos com maior frequência de citação em artigos foram morfina, metoclopramida, haloperidol, midazolam, butilescopolamina e dexametasona, sendo descritos em mais de 10 artigos. Houve registro de reações adversas relacionadas a 49 medicamentos, sendo as reações mais frequentes dor, inflamação e edema no local de aplicação.

Conclusão: Foram encontrados poucos estudos para compor a revisão, principalmente no que tange aspectos de eficácia e segurança dos medicamentos. Espera-se que essa revisão aponte para a necessidade de obtenção de maiores informações em relação ao uso dessa via de administração.

Rev. Bras. Farm. Hosp. Serv. Saúde São Paulo v.6 n.1 6-12 jan./mar. 2015

29 fevereiro 2016

Análise das Quase-Falhas no Processo de Prescrição Detectadas pelo Farmacêutico Clínico

Suhelen Caon - Associação Hospitalar Moinhos de Vento / RS
Raquel Finatto - Associação Hospitalar Moinhos de Vento / RS

Introdução: os erros de medicamentos constituem um problema sério em hospitais de todo o mundo, podendo resultar em importantes agravos à saúde dos pacientes. O processo de utilização dos medicamentos é complexo e envolve de 20 a 30 etapas diferentes, implicando, a cada etapa, potenciais de ocorrência de erros. Os erros de medicação são passíveis de prevenção, em vista disso, a existência de serviços farmacêuticos clínicos minimiza a ocorrência de erros, visto que o erro pode ser interceptado antes de atingir o paciente, esse tipo de erro é classificado como quase-falha.

Objetivo: analisar as quase falhas registradas no sistema interno de um hospital de grande porte de Porto Alegre, RS.

Metodologia: estudo transversal realizado no Serviço de Farmácia Clinica do hospital através dos registros realizados pelos farmacêuticos clínicos. Foram analisados 303 registros de quase-falhas no período de dezembro a março de 2013.

Resultado e conclusão: foram detectadas 313 quase-falhas, considerando que alguns registros apresentaram mais do que uma quase-falha. A análise indica que as quase-falhas mais frequentes foram: dose maior que a correta (37,06%), duplicidade terapêutica (13,74%), falta de prescrição de um medicamento necessário (7,67%), dose menor que a correta (7,67%) e as demais registradas somam 33,86%. Pode-se concluir que a existência de serviços farmacêuticos clínicos e a educação da equipe assistencial para o registro de quase-falhas minimizam a ocorrência de erros e garantem ao paciente o recebimento da farmacoterapia segura, correta, eficaz. Além de aumentar a qualidade de atenção ao paciente e o monitoramento terapêutico.

Congresso de Farmácia Hospitalar: IX Brasileiro e II Sulamericano - 2013.

20 janeiro 2016

Potenciais Interações Fármaco-Fármaco em Prescrições de Unidade de Terapia Intensiva Cardíaca de Um Hospital Universitário

Raymara Oliveira Lima; Thiara Rejanne do Nascimento Oliveira; Francisco de Assis Neves Everton Júnior; Daniel de Almeida Carvalho; Larissa Carla Ribeiro Rodas; Wanderly Barbosa Silva; Gysllene de Melo Coêlho Brito; Iara Antônia Lustosa Nogueira.

Hospital Universitário da UFMA - MA

Introdução: Interações medicamentosas são ações recíprocas entre fármacos, quando um influencia na ação do outro, resultando em efeitos benéficos ou prejudiciais para o paciente. A complexidade dos pacientes internados em unidades de terapia intensiva (UTI) faz com que os mesmos recebam esquemas terapêuticos com múltiplos fármacos, apresentando um risco maior de interações. Objetivo: Conhecer e quantificar as potenciais interações fármaco-fármaco em prescrições de pacientes na UTI- Cardíaca de um Hospital Universitário.

Método: Foram avaliadas prescrições do primeiro e último dia de internação, de pacientes que receberam tanto admissão como alta no mês de fevereiro de 2013 na UTI-Cardíaca, totalizando 38 prescrições de 19 pacientes. Estas foram analisadas através da base de dados Micromedex® e os resultados tabulados no Excel. Identificaram-se as interações mais frequentes, gravidade e possível manejo.

Resultados: o número total de medicamentos prescritos foi de 324, com uma média de 17 por paciente. Dos 19 pacientes do estudo, 89,5% (17) apresentaram no mínimo uma interação fármaco-fármaco. Das interações, 38,8% (19) foram classificadas como importantes, 57,1% (28) moderadas e 4,1% (2) secundárias. As principais interações foram entre insulina e metoprolol, anlodipino e sinvastatina, tendo como manejo, monitorização do paciente e ajuste de dose, respectivamente.

Conclusão: Foi encontrado um elevado número de interações fármaco-fármaco de gravidade importante nas prescrições analisadas. A avaliação das prescrições, seu manejo adequado e a monitorização constante do paciente é de vital importância para prevenir agravos à saúde, garantindo uma terapia segura e eficaz.

Anais Congresso de Farmácia Hospitalar: IX Brasileiro e II Sulamericano - 2013

26 dezembro 2015

Etude de stabilité d’une préparation hospitalière injectable de chlorhydrate de naloxone dans le cadre d’un essai clinique


ML. Tall1, EH. Diouf1, D. Laleye1, C. Dhelens1, M. Lenfant1, B. Ducarre1, N. Koog1,D. Salmon1,2, F. Pirot1,2, C. Pivot1
 
1 Pharmacie, Groupement Hospitalier Edouard Herriot, 5 place d’Arsonval, 69437 Lyon cedex 03, France
2 Laboratoire de Recherche et développement de Pharmacie Galénique Industrielle, Faculté de Pharmacie, Université Claude Bernard Lyon 1, 8 avenue Rockefeller, 69373 Lyon cedex 08, France, mamadou-lamine.tall@chu-lyon.fr 

Introduction
La préparation hospitalière injectable de chlorhydrate de naloxone dosée à 0,4 mg/ml est administrée par voie parentérale dans le cadre d’un essai clinique multicentrique en double aveugle. Cette recherche clinique porte sur l’évaluation de l’efficacité de l’administration d’une dose de naloxone de 0,4 mg ou de placebo (chlorure de sodium 0.9%) dans la réduction du dysfonctionnement sévère postcritique des crises tonico-cloniques généralisées. Pour répondre aux exigences réglementaires et disposer d’une nouvelle préparation prête à l’emploi avec une date limite d’utilisation, une étude de stabilité a été réalisée.

Matériels et méthode
Cette préparation hospitalière a été réalisée dans un isolateur dans des conditions aseptiques associées à une filtration stérilisante. Les flacons en verre blanc type II (5 ml remplis à 1 ml de solution) préparés ont été ensuite conservés dans une enceinte climatique à 25°C ± 2°C. Pour évaluer la stabilité de ce produit fini, des contrôles physico-chimiques (dosage de la naloxone par chromatographie liquide, du sodium, mesure du pH, de l’osmolalité, comptage des particules non visibles) et microbiologiques (essai des endotoxines bactériennes et essai de stérilité) ont été effectués sur un an à partir d’un lot pilote.

Résultats et discussion
Durant toute l’étude de stabilité, aucune diminution significative de la concentration en naloxone et en sodium, ni de variation importante de l’osmolalité et du pH en dehors des spécifications fixées n’a été mise en évidence. La variation de la concentration en principe actif par rapport à la concentration initiale se situait entre 98,9% et 103,6%. Les contrôles particulaires et microbiologiques ont été également conformes à la Pharmacopée Européenne attestant la limpidité, l’apyrogénicité et la stérilité de ce produit.

Conclusion
La préparation hospitalière reste stable pendant un an à 25°C ± 2°C permettant ainsi une administration chez l’homme en toute sécurité dans le cadre de cet essai clinique.

12 outubro 2015

AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIFÚNGICA E ANTIOXIDANTE DA MIKANIA HIRSUTISSIMA

Carlos Ananias Aparecido Resende - Faculdade Pitágoras

Introdução: A Mikania hirsutíssima (M.K), conhecida popularmente pelo nome ?cipó-cabeludo?, apresenta atividade antimicrobiana. Análise e desenvolvimento de medicamentos à base de produtos naturais com forte ação farmacológica inibitória das cepas de Cândida são alternativas para o tratamento antifúngico. Ao longo dos tempos vem-se aumentando as técnicas para avaliação antioxidante, o que possibilita a seleção de substâncias para serem utilizadas como fármacos.

Objetivos: Avaliar a atividade antifúngica do extrato de Mikania hirsutissima sobre os isolados clínicos e
cepas padrão de Candida albicans resistentes ao fluconazol e itraconazol. Avaliar o potencial antioxidante da
Mikania hirsutissima.

Metodologia: Após a coleta de Mikania hirsutissima houve a secagem, trituração e pesagem, então deixado o material em repouso em álcool absoluto. Após este repouso aconteceu a obtenção do extrato bruto do caule e da folha. Para este estudo foram utilizados isolados clínicos de Candida albicans. Sendo utilizadas diferentes concentração metanólica de M.K de folha e caule. O método utilizado para determinação da atividade antioxidante in vitro do extrato etanólico de M.K foi o método com o radical livre DPPH.

Resultados: A atividade antifúngica dos extratos etanólicos de M.K contra as cepas de Candida albicans
apresentaram resultados satisfatórios onde o extrato do caule de 100mg/ml apresentou uma média de halos
de 4,5mm. As cepas submetidas ao teste com Itraconazol apresentaram-se resistentes. As concentrações de
extrato testadas para avaliação da atividade antioxidante apresentaram capacidade antioxidante em comparação ao padrão BHA.

Conclusão: Os resultados obtidos neste estudo demonstraram, de forma satisfatória, atividade antifúngica
sobre os isolados clínicos, onde todas as partes evidenciaram potencial fungicida, mesmo aqueles resistentes
ao Fluconazol e o Itraconazol. Apresentou também considerável atividade antioxidante.

Palavras-Chave: Mikania hirsutissima | Candida albicans | Fluconazol | Itraconazol | Antioxidante

Anais do 13º Congresso de Farmácia e Bioquímica de Minas Gerais - Os novos caminhos para o farmacêutico - ano 2015 / Conselho Regional de Farmácia do Estado de Minas Gerais

24 agosto 2015

INTERVENCION FARMACEUTICA EN EL AJUSTE POSOLOGICO DE ENOXAPARINA EN PACIENTES CON INSUFICIENCIA RENAL

Urda Romacho JUR, Castro Vida MACV, Gimeno Jorda MJGJ, Martos Rosa AMR, Fayet Pérez AFP, Martínez De La Plata JEMD.
Hospital de Poniente. Almería. España.

OBJETIVOS: Adecuar la prescripción de enoxaparina en pacientes con IR severa según las recomendaciones de las guías de práctica clínica. Comprobar la utilidad de la intervención farmacéutica (IF) como herramienta para realizar la adecuación de la prescripción.

MÉTODOS: Estudio prospectivo de 4 meses de duración (junio 20013 – septiembre 2013) en un hospital comarcal. Se revisaron todos los pacientes ingresados a los que se les prescribió enoxaparina en dosis superiores a 40 mg/día. Se realizó IF en aquellos pacientes con un ClCr < 30ml/min. Se recogieron datos de edad, sexo, servicio prescriptor, ClCr, dosis prescrita y cambio de posología tras IF. La IF consistió en recomendar un ajuste de dosis según la función renal del paciente. La dosis recomendada, según ficha técnica, fue 20 mg/día en profilaxis y 1 mg/kg/día en el tratamiento de tromboembolismo venoso, angina inestable e infarto agudo de miocardio no Q. Se comunicó al facultativo mediante nota escrita en prescripción electrónica. No se realizó IF cuando la dosis ya estaba ajustada o la anticoagulación del paciente estaba en seguimiento por el servicio de Hematología. Los datos se obtuvieron de la prescripción electrónica (aplicación informática Unidosis Farmatools® Dominion®), del programa de laboratorio (GIPI®) y de la historia clínica electrónica (ARIADNA®).

RESULTADOS: Se prescribió enoxaparina en dosis superiores a 40 mg/día a 254 pacientes. Hombres: 55,8%. Edad: 69 ± 13 años. Los servicios que más veces prescribieron enoxaparina fueron Medicina Interna (31 %) y Cardiología (21,6 %). 16 pacientes (6,3%) presentaron un ClCr < 30ml/min. Se realizó IF en 11 pacientes (77,8%), de los cuales 6 pacientestenían prescrito enoxaparina 60mg/24h, 4 pacientes 80mg/24h y 1 paciente 60mg/12h. El 81.8% de las IF fueron aceptadas (9 pacientes). Los motivos de las IF no aceptadas fueron: alta del paciente y recuperación de la función renal.

CONCLUSIONES: La IF permitió una adecuación de la prescripción, promoviendo un uso seguro y apropiado de enoxaparina, mejorando la seguridad del paciente y disminuyendo el riesgo a las complicaciones asociadas a una sobredosificación. El alto porcentaje de IF aceptadas confirma que es una herramienta útil y necesaria en el ajuste posológico de los medicamentos.

Farm Hosp. 2014;Supl. 1:9-420

04 junho 2015

INFORMATIZACIÓN DEL PROTOCOLO DE USO DE ANTIBIÓTICOS DE USO RESTRINGIDO EN UN HOSPITAL DE TERCER NIVEL

Tévar Alfonso E, Otazo Pérez S, Betancor García T, de León Gil JA, Plasencia García I, Merino Alonso J.
Hospital Universitario N. S. de Candelaria. Santa Cruz de Tenerife. España.

OBJETIVOS: Introducción: En 2013, aprovechando la implantación de la Prescripción Electrónica Asistida en el 100 % de las camas de hospitalización, se procedió a informatizar el protocolo de antibióticos de Uso restringido. Describir el proceso de informatización de un protocolo de antibióticos de uso restringido mediante un formulario web y el aplicativo de Prescripción Electrónica de SELENE (PEA).

MATERIAL Y MÉTODOS: En el año 2013 se aprobó el nuevo protocolo de antibióticos de uso restringido actualizando las indicaciones a la práctica clínica habitual. En el protocolo se incluyeron el ertapenem, linezolid, daptomicina y tigeciclina. En colaboración con el Servicio de Tecnologías de la Información se creó un formulario web al que se accede a través de la Intranet, dentro del área de peticiones del paciente. Se creó una ficha genérica por cada antibiótico de uso restringido en el programa de PEA que contiene el nombre del principio activo + la frase “PENDIENTE DE PROTOCOLO”. Se quitó el acceso a la prescripción por parte del médico de todos los antibióticos de uso restringido en la PEA. Se crearon protocolos para cada antibiótico (dentro del área de Farmacia). De esta forma, sólo los farmacéuticos pueden incluir el antibiótico en el perfil farmacoterapéutico del paciente, una vez se ha comprobado que cumple las indicaciones del protocolo.

RESULTADOS: Durante 2013 se realizaron 500 solicitudes de antibióticos de uso restringido de los cuales 22% fueron para ertapenem, 37.2% para linezolid, 35.2% para daptomicina y 5.6% para tigeciclina. Se aprobó el uso del 96,32% de las solicitudes. En 18 ocasiones se denegó el inicio del tratamiento al haber otro antibiótico de primera linea disponible y que no había sido usado. La mitad de las solicitudes denegadas correspondían a daptomicina. El 100 % de los inicios de los tratamientos fueron validados por un farmacéutic antes de la primera dispensación. En comparación con 2012, se consiguió reducir el gasto de tigeciclina, ertapenem y linozolid en 14.254€, 13.131€ y 5.929€ respectivamente. El consumo de daptomicina experimentó un aumento de 1.461€. El gasto total en estos antibióticos de uso restringido se redujo en 31.843.70 euros.

CONCLUSIONES: El protocolo de antibióticos de uso restringido ha permitido optimizar el uso de estos fármacos en nuestro hospital. La informatización del protocolo en formato web facilita el acceso al mismo por parte de los clínicos. Esto ha contribuido a la alta tasa de adecuación resgistrada. El no permitir la prescripción directa de los antibióticos supone un filtro adicional a la hora de validar este tipo de tratamientos.

Farm Hosp. 2014;Supl. 1:9-420

25 abril 2015

Evaluación de la calidad de las intervenciones farmacéuticas en urgencias basada en la evidencia científica



M. Pérez León, H. Alonso Ramos, S. González Munguía, S. M. Marrero Penichet  y R. Molero Gómez.
Servicio de Farmacia. Hospital Universitario de Gran Canaria Doctor Negrín. Las Palmas de Gran Canaria. España

Objetivo: Evaluar la calidad de las intervenciones farmacéuticas que motivaron un inicio de tratamiento en un Servicio de Urgencias. Analizar el porcentaje de intervenciones sobre tratamientos agudos o crónicos, y el grupo ATC de los fármacos implicados.

Método: Se analizaron y clasificaron las intervenciones farmacêuticas realizadas durante un año, asignándoles el grado de recomendación, nivel de evidencia y reducción de la morbimortalidad teórica asociada según las guías de práctica clínica. También fueron clasificadas según el objetivo del tratamiento de la intervención (agudo o crónico), y por el grupo ATC.

Resultado: Se realizaron 2.776 intervenciones farmacéuticas durante el período de estudio, siendo el 47% intervenciones de inicio de tratamiento. El 73% pudieron ser clasificadas según la evidencia científica disponible en las guías de práctica clínica. El 84% obtuvo un grado de recomendación y nivel de evidencia IA, el 9% IC y 4% IB. El 67% tenían asociada una disminución teórica de la morbimortalidad. El 73% de lãs intervenciones estuvieron relacionadas con el tratamiento crónico Del paciente, siendo los grupos ATC más frecuentes el N y C. Mientras que en los tratamientos agudos los más frecuentes fueron el grupo B y A.

Conclusiones: Las intervenciones de inicio de tratamiento realizadas por un farmacéutico clínico en el Servicio de Urgencias muestran una elevada adherencia a las guías de práctica clínica con un alto grado de recomendación y evidencia, y reducción teórica de la morbimortalidad asociada. La mayoría de las intervenciones estuvieron relacionadas con La conciliación de tratamientos crónicos, fundamentalmente fármacos Del grupo N y C.

Farm Hosp. 2014;38(2):123-129

28 fevereiro 2015

Incorporación de ictiol y breas en semisólidos

Tanto el ictiol como las breas (de enebro y hulla) son sustancias que tienden a formar aglomerados de tipo granuloso si no se incorporan de forma correcta en pomadas y emulsiones. Hay varios factores que pueden producir dicha formación granulosa:
  1. El orden de incorporación. Si se incorporan estas sustancias sobre el semisólido (pomada o emulsión) en lugar de incorporar el semisólido sobre las mismas, es seguro que se formarán masas granulosas.
  2. La cantidad de semisólido incorporada.Deben de realizarse pequeñas adiciones del semisólido sobre este tipo de sustancias situadas en un mortero (del orden de 5-10 g de semisólido para 100 g de formulación total). Tras cada adición se debe de batir hasta la completa homogeneidad. Si se añade el semisólido en grandes porciones es probable que se formen grumos.
  3. Diferencias de temperatura. Altas diferencias de temperatura entre el semisólido y estas sustancias pueden producir formación de masas granulosas. La incorporación debe realizarse a temperatura ambiente.
  4. Utillaje y forma de agitación manual. Si se opta por métodos manuales de agitación, es fundamental realizar una agitación regular y enérgica empleando mortero y pistilo. No es recomendable emplear vaso de precipitados y varilla de vidrio agitadora por la posibilidad de formación de grumos.
  5. Uso de coadyuvantes incorporadores. En este caso son prácticamente fundamentales (si se emplean métodos manuales de elaboración) para lograr un semisólido libre de grumos. Se emplean con gran éxito el Tween 80® o el Tween 20®. Es suficiente con emplear 0,3-0,5 g de estas sustancias por cada gramo de ictiol o breas formulado.
A continuación se describe un ejemplo práctico de la incorporación de brea de hulla (alquitrán) en una pomada, teniendo en cuenta los factores analizados anteriormente.
Brea de hulla ...................................... 3 g
Tween 80® ....................................... 0,9 g
Vaselina filante csp ......................... 100 g

En un mortero se mezclan la brea y el Tween 80® hasta lograr un líquido viscoso homogéneo. Se añade la vaselina en porciones de 10 g, batiendo hasta homogeneidad tras cada adición. El batido tiene que ser enérgico y regular. En todo el proceso deben estar a temperatura ambiente los distintos componentes de la formulación.

30 setembro 2014

TOXICIDAD CUTÁNEA PRODUCIDA POR ERLOTINIB EN PACIENTES CON CÁNCER DE PULMON NO MICRO CÍTICO

Martín Vila A, Álvarez Payero M, Vilasoa Boo P, Castro Domínguez JM, Martínez López de Castro N, Piñeiro Corrales G.
Complejo Hospitalario Univ. de Vigo (Meixoeiro). Pontevedra. España.

OBJETIVOS: Analizar la toxicidad cutánea producida por erlotinib cuando se emplea en cualquiera de sus indicaciones en cáncer de pulmón no microcítico. Determinar la incidencia de trastornos de la piel y el tejido subcutáneo que requieren disminuir la dosis o discontinuar temporalmente el tratamiento con erlotinib.

MATERIAL Y MÉTODO: Estudio observacional retrospectivo. Se incluyeron a todos los pacientes diagnosticados de CPNM tratados con erlotinib entre septiembre 2005 y marzo 2013. Fueron excluidos aquellos pacientes de los cuales no se disponía la historia clínica completa. Datos recogidos: edad al inicio de tratamiento, sexo, posología inicial, necesidad de reducción de dosis o discontinuación temporal del tratamiento debido a toxicidad cutánea. Dentro de la definición de rash se incluyó la dermatitis acneiforme al igual que viene reflejado en ficha técnica. La toxicidad fue evaluada por el médico oncólogo siguiendo la Common Terminology Criteria for Adverse Events (CTCAE) del National Cancer Institute. Las fuentes de datos empleadas fueron: aplicaciones informáticas de gestión farmacoterapeútica Silicom® y Dipex®, historia clínica en formato papel e historia clínica electrónica mediante el programa IANUS®.

RESULTADOS: Fueron tratados 62 pacientes (21 mujeres). Se excluyeron del estudio 3 pacientes (1 mujer) por no estar disponible su historia clínica completa. La edad media al inicio de tratamiento fue 63,45 años ± 10,87. La posología al inicio en 58 pacientes fue 150 mg/24 h, en 1 paciente fue 100 mg/24 h. Presentaron toxicidad cutánea (rash) de cualquier grado el 57,63% de los pacientes. Presentaron toxicidad cutánea de grado 3 o grado 4 el 15,63% de los pacientes. El 100% de los pacientes con toxicidad grado 3-4 suspendieron temporalmente el tratamiento, de los cuales el 55,50% requirieron una disminución de la dosis al reintroducirlo, por lo que continuaron el tratamiento con una dosis de 100 mg/día.

CONCLUSIONES: La incidencia de la toxicidad cutánea en el tratamiento con erlotinib en pacinetes con CPNM es muy alta, 57,63%. En muchos casos esta toxicidad es grave, obligando a discontinuar temporalmente el tratamiento en el 15,63% de los pacientes a tratamiento con erlotinib y a reducir la dosis posteriormente en el 8,67%. Esto hace muy importante la información que el farmaceútico debe ofrecer al paciente, tanto para prevenir su aparición como para el manejo de la misma con el fin de evitar las formas graves.

Referência: Farm Hosp. 2013;Supl. 1:65-499

30 agosto 2014

SEGURANÇA DO PACIENTE NO CENTRO CIRÚRGICO: EXPERIÊNCIA COM O CHECK LIST DE CIRURGIA SEGURA

ISLANE COSTA RAMOS; SIMONE DA SILVEIRA MAGALHÃES; MARIA ELIZA M. ARRUDA BARBOSA; ADRIANA N. RATS E SILVA; PATRICIA ALVES DE OLIVEIRA; MARIA JOSE DOS SANTOS CAETANO.

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO WALTER CANTÍDIO / CE. 

Introdução A prestação de assistência ao paciente nos hospitais, cada vez mais, tem exigido dos profissionais de saúde atuação complexa. Nessa perspectiva, a segurança dos pacientes ganha relevância, evocando a necessidade de se capacitar e se comprometer com ações sistêmicas de avaliação e prevenção, tentando viabilizar a redução de desfechos indesejados, bem como a de analisar o impacto sobre a qualidade do cuidado prestado. Considerando a pertinência desta temática, este estudo teve como objetivo aplicar um instrumento adaptado do check list de cirurgia segura proposto pela OMS no centro cirúrgico de um Hospital Universitário, analisando as repercussões dessa medida no desenvolvimento de práticas seguras.

Método: Estudo descritivo, realizado no Centro Cirúrgico (CC) de um Hospital Universitário localizado em Fortaleza-Ceará, de julho a outubro de 2013. Participaram todas as oito enfermeiras que trabalham no setor e teve como instrumento de coleta de dados, um formulário estruturado. Para análise dos dados, recorreu-se a estruturação de Morse e Field.

Resultados: O instrumento utilizado é um roteiro que inclui todos os itens que devem ser conferidos desde admissão até a transferência do paciente para a sala de recuperação (SR), sendo adaptado do impresso sugerido pela OMS (check list de cirurgia segura), criado com o intuito de auxiliar as equipes operatórias na redução das ocorrências de danos ao paciente, contendo itens de segurança a serem verificados, de forma que pudessem ser colocados em prática visando reforçar a segurança operatória com práticas corretas e promover uma melhor comunicação e trabalho em equipe. Como protocolo operacional na instituição pesquisada, o Checklist contempla três etapas: 1º Admissão no CC; 2º Na sala de cirurgia antes do procedimento e 3º Após realização do procedimento e antes de encaminhar paciente para SR. Este foi coordenado pelas enfermeiras do CC, mas com participação de todos os membros da equipe e paciente. O protocolo está em funcionamento desde julho de 2013 e tem sido aplicado integralmente em todas as cirurgias. Após 3 meses de aplicação foi analisado a repercussão da medida com base nos seguintes tópicos: implementação do check list, notificação de erro, perfil das não conformidades e participação dos profissionais. A adesão ao check list foi completa, mas observou-se a necessidade de treinamento, para embasar alguns itens; quanto a notificação dos erros foi extremamente importante, pois não fazia parte da rotina da unidade quantificar e tipicar os eventos adversos, bem como analisar o “quase erro”. Contudo, é preciso melhorar a comunicação entre os membros da equipe.

Conclusão O protocolo ajudou a prevenir a ocorrência de eventos adversos, pois contribui com a comunicação entre os membros da equipe cirúrgica, entretanto, a equipe deve trabalhar transdisciplinarmente, uma vez que todos são responsáveis pelo cuidado seguro do cliente, cada qual no desempenho de sua função em prol do paciente.

Referência Anais do I Congresso Internacional sobre Segurança do Paciente ISMP Brasil - V Fórum Internacional sobre Segurança do Paciente: Erros de Medicação - 10,11 e 12 de abril de 2014 - Ouro Preto - MG

26 julho 2014

CONCILIAÇÃO DOS MEDICAMENTOS TRAZIDOS PARA O HOSPITAL: SEGURANÇA DO PACIENTE NA TRANSIÇÃO DO CUIDADO

MARIA DAS DORES GRACIANO SILVA - HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFMG / MG
CASSIA RODRIGUES LIMA FERRREIRA - HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFMG / MG
JEICE IGNACIO DE SOUZA - HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFMG / MG
MARTA APARECIDA GOULART - HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFMG / MG
ROSIANE MATEUS AUGUSTO - FACULDADE FARMÁCIA DA UFMG / MG
ERIKA REGINA REIS DINIZ - FACULDADE DE FARMÁCIA DA UFMG / MG

Introdução Na produção científica relacionada à segurança do paciente observa-se o registro de alta porcentagem de pacientes internados com discrepâncias não justificadas entre os medicamentos utilizados antes da internação e os prescritos no hospital. Como também, relato de pacientes e/ou familiares que trazem medicamentos para o hospital. O uso inadequado de medicamentos pode aumentar a possibilidade de ocorrência de eventos adversos. Nesse contexto, a conciliação medicamentosa é uma estratégia que visa minimizar a possibilidade de ocorrências de informações incorretas e/ou incompletas sobre a utilização de medicamentos nas etapas de transição de cuidado.

Objetivo Conhecer a freqüência e utilização dos medicamentos trazidos para o hospital na internação visando subsidiar ações de melhoria na qualidade e segurança da assistência nessa transição do cuidado.

Metodologia Este trabalho foi realizado por farmacêuticos e acadêmicos de farmácia de um hospital público, universitário e geral com 505 leitos. Foi realizado um estudo transversal, descritivo desenvolvido de 15 de outubro a 14 de novembro de 2013 conforme protocolo específico. Foram incluídos todos os pacientes que constavam do relatório do estudo com internação há 48 horas anterior ao dia da coleta e que atendiam aos critérios de inclusão. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevista aos pacientes e/ou familiares e consulta da prescrição do paciente. Os dados coletados foram registrados no Programa Excell versão 2007 e realizada análise da freqüência das variáveis categóricas e quantitativas de interesse do estudo.

Resultados No período do estudo 738 pacientes foram internados, sendo que destes 436 (59%) foram considerados elegíveis. Dentre os elegíveis, 322(74%) foram entrevistados Os pacientes entrevistados que trouxeram medicamentos para a instituição foram 125, sendo 74 (59%) do sexo feminino, a faixa etária 25 a 60 anos a de maior freqüência e a maioria trouxe de 1 a 5 medicamentos. Esses pacientes e/ou seus familiares trouxeram para o hospital 464 medicamentos sendo que foi mantida a prescrição de 227 (49%) e desses 189 (83%) eram padronizados na instituição. Identificou-se o uso de 67 (30%) desses medicamentos cuja prescrição foi mantida, sendo que o correto seria utilizar o do hospital. Dentre os 237 (51%) medicamentos que não tiveram a prescrição mantida, 135 (57%) eram padronizados no hospital. No entanto, apesar de não estarem prescritos 120 (51%) dos medicamentos que estavam com o paciente foram utilizados.

Conclusão: A verificação dos medicamentos trazidos para instituição no momento da internação é uma etapa importante da conciliação medicamentosa. Esse trabalho fornece informações importantes sobre os medicamentos trazidos para o hospital pelos pacientes e/ou familiares e essas podem subsidiar a efetivação na instituição da conciliação medicamentosa como estratégia de melhoria na qualidade e segurança da assistência ao paciente na transição do cuidado.

Referência: Anais do I Congresso Internacional sobre Segurança do Paciente ISMP Brasil - V Fórum Internacional sobre Segurança do Paciente: Erros de Medicação - 10,11 e 12 de abril de 2014 - Ouro Preto - MG

15 julho 2014

Inscrições abertas para o 5° Congresso Brasileiro sobre o Uso Racional de Medicamentos

Farmacêuticos, médicos, odontólogos, enfermeiros, agentes de saúde, gestores e estudantes da área da saúde já podem se inscrever para o 5º Congresso Brasileiro de Uso Racional de Medicamentos. O evento será que será realizado no Anhembi Parque - Palácio das Convenções, em São Paulo de 22 a 25 de setembro. O congresso é organizado pelo Comitê Nacional de Promoção do Uso Racional de Medicamentos, composto por representantes do Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Agência Nacional de Vigilância Sanitária(Anvisa) entre outras entidades.

A expectativa é que mais de 2.500 congressistas participem desta edição que terá como tema central “O Uso Racional de Medicamentos e a Segurança do Paciente”, escolhido de acordo com as demandas atuais mais discutidas na área e pela criação recente do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), que busca qualificar o cuidado em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional.


“O Comitê verificou que os temas dos quatro primeiros congressos sempre foram voltados aos profissionais. Assim, entendeu que nesta edição o congresso deveria extrapolar, tendo a sociedade como parceira, levando a discussão do Uso Racional de Medicamentos para a população”, explica Marco Aurélio Pereira, coordenador do programa Farmácia Popular do Brasil, do Ministério da Saúde e membro do Comitê de Uso Racional de Medicamentos.

Os participantes do V Congresso Brasileiro sobre Uso Racional de Medicamentos poderão assistir a conferências, mesas redondas, painéis, oficinas e cursos, que contarão com a participação de consagrados palestrantes nacionais e internacionais.

A promoção do Uso Racional de Medicamentos faz parte das estratégias da Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, o Uso Racional de Medicamentos é prioridade na agenda de saúde.
Para se inscrever, acesse o site www.saude.gov.br/congressourm. As inscrições para o Congresso poderão ser feitas até o dia 15 de setembro, já as inscrições de trabalhos serão realizadas de 13 de junho a 13 de julho de 2014.

Sobre o CNPURM - O Comitê Nacional para a Promoção do Uso Racional de Medicamentos (CNPURM) foi instituído em 2007 e redefinido por meio da Portaria nº 834, de 14 de maio de 2013. Tem por finalidade orientar e propor ações, estratégias e atividades para a promoção do uso racional de medicamentos no âmbito da Política Nacional de Promoção da Saúde, visando ampliar e qualificar o acesso a medicamentos que atendam aos critérios de qualidade, segurança e eficácia.

Congresso Brasileiro sobre o Uso Racional de Medicamentos
Data: 22 a 25 de setembro de 2014
Local: Anhembi Parque - Palácio das Convenções, em São Paulo
Inscrições e programação: www.saude.gov.br/congressourm.

04 julho 2014

CONGRESSOS na área farmacêutica em 2014

CURSO PROTOCOLO DE SEGURANÇA NA PRESCRIÇÃO, USO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS.

Data: 25 e 26 de julho de 2014
Local: Belo Horizonte - MG

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VI SIMPÓSIO NACIONAL DE CANCEROLOGIA DA AERINCA.

Data: 21 e 22 de agosto de 2014
Local: Rio de Janeiro - RJ

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II FÓRUM BRASILEIRO SOBRE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA E FARMACOECONOMIA.

Data: 14 a 17 de setembro de 2014
Local: Salvador - BA

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9º SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE ESTERILIZAÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR.

Data: 17 a 20 de setembro de 2014
Local: São Paulo - SP

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V CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS.

Data: 22 a 25 de setembro de 2014
Local: São Paulo - SP
Contatos: www.saude.gov.br

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VIII CONGRESSO FRANCO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA.

Data: 09 a 11 de outubro de 2014
Local: Rio de Janeiro - RJ

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IV CONGRESSO DE FARMÁCIA HOSPITALAR EM ONCOLOGIA DO INCA.

Data: 30, 31 de outubro e 01 de novembro de 2014
Local: Rio de Janeiro - RJ

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CONGRESSO BRASILEIRO DE HEMATOLOGIA, HEMOTERAPIA E TERAPIA CELULAR.

Data: 06 a 09 de novembro de 2014
Local: Florianópolis - SC
Contatos: www.hemo.org.br

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II BIENAL INTERNACIONAL DE ONCOLOGIA 2014.

Data: 06 a 08 de novembro de 2014
Local: São Paulo - SP

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XVI CONGRESSO BRASILEIRO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR E EPIDEMIOLOGIA HOSPITALAR.

Data: 19 a 22 de novembro de 2014
Local: Curitiba - PR
Contatos: www.abev.com.br

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XIV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA.

Data: 27 a 30 de novembro de 2014
Local: Brasília - DF