Gilberto Barcelos Souza. Farmacêutico. Trabalhou durante 40 anos no Serviço de Farmácia do Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP) ● Universidade Federal Fluminense (UFF) ● 30 Livros publicados ● Extravasamento ● Oncológicos Injetáveis ● Oncológicos Orais ● Imunoterápicos ● Protocolos Quimioterapia ● Interações em Oncologia ● Manipulação Magistral ● Guia Medicamentos Injetáveis ● Oncologia Pediátrica ● Editor do www.meuslivrosdefarmacia.com.br. Editor do www.meuslivrosdeoncologia.com.br
26 outubro 2020
27 setembro 2020
14 agosto 2020
AS TERAPIAS NEOADJUVANTES NO TRATAMENTO DO CANCER DE BEXIGA MUSCULO-INVASIVO: REVISAO NARRATIVA DA LITERATURA
Natália Guedes Alves, Luciano Sami de Oliveira Abraão, Rudá Mura Medeiros Paz, Rui Wanderley Mascarenhas Júnior, Nayara Pontes de Araújo, Lucas de Araújo Leão, Maria Samara Alves da Silva, Bernardo Vitor de Oliveira Martins.
Universidade do Estado do Pará - Para - Brasil
Introdução, Material, Método, Resultados, Discussão e Conclusões
O câncer de bexiga é a segunda neoplasia do trato geniturinário mais comum no homem, no Brasil, e a 7a de mais incidente no mundo, tendo o tabagismo como principal fator de risco. Esses tumores são, em sua maioria, malignos e carcinomas uroteliais (90% dos casos), podendo ser músculo-invasivos ou não, e têm como principal apresentação clínica a hematúria indolor. A neoplasia músculo-invasiva responde por 25% dos casos, com maior letalidade, e seu tratamento padrão-ouro é a cistectomia radical com linfadenectomia. Esses pacientes também podem ser submetidos à quimioterapia adjuvante ou neoadjuvante. Este estudo objetiva identificar as diferentes terapias neoadjuvantes empregadas no câncer de bexiga músculo-invasivo e analisar a eficácia, resposta e sobrevida dos pacientes submetidos a ela. Foram realizadas buscas de artigos científicos nas bases de dados MEDLINE, LILACS, SCIELO e Cochrane, com as terminologias contidas nos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) “Câncer de bexiga” e “Terapia neoadjuvante”, em inglês e português, publicados nos últimos 10 anos, e filtrados os de maior evidência (metanálises, revisões sistemáticas, ensaios clínicos e guidelines). Foram encontrados 18 artigos e, após leitura dos títulos e resumos, 7 foram incluídos. A revisão da literatura demonstra uma alta eficácia da quimioterapia neoadjuvante baseada em platinas. O esquema MVAC (metotrexato, vimblastina, doxorrubicina e cisplatina) possui nível 1A de evidência no tratamento de tumores invasivos da bexiga e resulta no aumento da sobrevida em 5 e 10 anos nos artigos analisados (variação de 36% a 50% dentre eles) e melhora na resposta completa quando utilizado antes da radioterapia e/ou cirurgia (terapia multimodal). Outros esquemas, como o GC (gencitabina e cisplatina) e o de carboplatina/gencitabina, também se mostraram efetivos. Nos idosos, ressalta-se que o uso pode ser limitado, devido a presença de comorbidades, pior “status performance” e insuficiência renal, o que acarreta maior risco de toxicidade. Desencoraja-se o uso da terapia adjuvante, pois os estudos disponíveis são controversos e não possuem significância estatística que corroborem a sua utilização. Portanto, infere-se que a terapia neoadjuvante possui segurança e melhores resultados comprovados cientificamente quando empregada em pacientes com neoplasia vesical invasiva que têm indicação a ela, devendo estes serem selecionados adequadamente para a melhora na sobrevida e diminuição da recorrência do tumor.
Palavras Chave
Câncer de Bexiga, Terapia neoadjuvante, Tratamento
XI COngresso Internacional de Uro-oncologia. agosto de 2020. São Paulo. SP
Disponível em www.congressourooncologia.com.
09 agosto 2020
17 julho 2020
16 julho 2020
Propostas para a implantação de uma Farmácia Satélite no Bloco Cirúrgico de um Hospital Universitário, com enfoque na gestão por processos
06 junho 2020
Vecurônio: Tabela de infusão
Farmacocinética Meia-vida de distribuição é de 2,2 min. O volume de distribuição médio é de 0,27 L/kg. A meia vida de eliminação é de 71 min. O grau de metabolização é baixo. Estima-se que dentro de 24 h após a administração intravenosa do produto, 40 a 80% da dose administrada são excretados na bile como compostos monoquaternários. Inalterado representa 95% desses compostos. Eliminação renal é baixa.
Adultos intubação: dose de 0,08-0,1 mg/kg, EV. Manutenção: 0,6-2 mcg/kg/min. Dose máxima não definida.(8,9,10)
Dose na insuficiência renal Monitorar a dose para evitar o aumento do BNM.(8) Dose na hemodiálise Não é necessário o ajuste da dose.(10,11) Dose na insuficiência hepática Não é necessário o ajuste da dose.(10,11)
Reações adversas Hipotensão, taquiarritmia, anafilaxia, fraqueza muscular prolongada, bloqueio neuromuscular prolongado, apneia, broncoespasmo.
Precauções Doses elevadas de certos antibióticos (aminoglicosídeos, polimixina B) podem aumentar o BNM. Monitorização do paciente Pressão arterial, frequência cardíaca.
Incompatibilidade na administração de via Aciclovir, aloPURinol, anfotericina B, anfotericina B LIPOSSOMAL, anfotericina B complexo lipídico, cefepima, cefOTAXima, cetorolaco, cloranfenicol, dantroleno, diazepam, etomidato, fenitoína, furosemida, GANciclovir, garenoxacino, ibuprofeno (lisinato), imipenem-cilastatina, lansoprazol, metilPREDNISolona, micafungina, mitoMIcina, nafcilina, pantoprazol, pentamidina, piperacilina, piperacilina-tazobactam, tiopental.(3)
Estabilidade das soluções injetáveis diluídas em
04 maio 2020
Redescubriendo viejos conocidos: el posible papel de la hidroxicloroquina, cloroquina, ivermectina y teicoplanina en el tratamiento del COVID-19
Farmacéutico Referente de Farmacia Clínica. Especialista en Farmacia Hospitalaria. Servicio de Farmacia. Hospital Británico de Buenos Aires. Buenos Aires (Argentina)
14 abril 2020
05 março 2020
Case report on hypersensitivity to methotrexate infusion in a pediatric acute lymphoblastic leukaemia patient
Atmaram Pawar, Department of Clinical Pharmacy, Bharati Vidyapeeth Deemed University, Poona College of Pharmacy, Pune, Maharashtra, India.
Email: p_atmaram@rediffmail.com
14 fevereiro 2020
Descriptive Analysis of Filgrastim use in children in Quebec’s University Teaching Hospitals, Canada.
CIUSSS de l’Estrie – CHUS, Sherbrooke, Canada, McGill University Health Centre, Montreal, Canada, Centre hospitalier universitaire Sainte-Justine, Montreal, Canada, CHU de Quebec Universite Laval, Que ´bec, Canada, Centre hospitalier de l’Universite de Montreal, Montre al, Canada, Programme de gestion therapeutique des medicaments, Canada
04 fevereiro 2020
Oseltamivir combined with HIV drugs lopinavir and ritonavir the medications improved conditions in patients with severe 2019-nCoV infections, say doctors in Thailand.
27 janeiro 2020
Novo coronavírus (2019-nCoV)
Diante da emergência por doença respiratória, causada por agente novo coronavírus (2019-nCoV), conforme casos detectados na cidade de Wuhan, na China e considerando-se as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), as equipes de vigilância dos estados e municípios, bem como quaisquer serviços de saúde, devem ficar alerta aos casos de pessoas com sintomatologia respiratória e que apresentam histórico de viagens para areas de transmissão local nos últimos 14 dias. Mais informações a respeito podem ser obtidas no link na Organização Mundial da Saúde (https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019).30 dezembro 2019
19 outubro 2019
Livro - ANTICORPOS MONOCLONAIS NA PRÁTICA CLÍNICA - PROTOCOLOS EM ONCOLOGIA 1ª ED. 2019
03 outubro 2019
15 julho 2019
EXPECTATIVAS DE PACIENTES ONCOLÓGICOS Y PROFESIONALES SOBRE UNA APLICACIÓN MÓVIL PARA LA ACTIVACIÓN Y REGISTRO DE RESULTADOS REPORTADOS POR PACIENTES
HOSPITAL UNIVERSITARIO DR. PESET. GASPAR AGUILAR Nº90. VALENCIA
OBJETIVOS
Definir y priorizar las utilidades y funcionalidades de una aplicación móvil para la activación y registro de resultados reportados por los pacientes (PRO) por parte de profesionales sanitarios y pacientes oncohematológicos.
MATERIALES Y MÉTODOS
Estudio transversal observacional de dos semanas de duración en dos hospitales terciarios. Se creó un grupo de trabajo formado por 11 miembros (8 farmacéuticos y 3 oncólogos) para definir utilidades y funcionalidades de una aplicación móvil. Se elaboró un cuestionario con 27 preguntas tipo likert multirespuesta (sin utilidad, poco útil, útil, muy útil e imprescindible). Otras variables: edad, sexo, servicio clínico, profesión. Se incluyeron pacientes onco-hematológicos ambulatorios (A) y personal facultativo y de enfermería adscrito a Oncología, Hematología y Farmacia (B). La participación fue anónima y voluntaria. Los resultados se categorizaron en 3 niveles 1-sin utilidad/poco útil, 2-útil y 3-muy útil/imprescindible. Se estableció el criterio de priorización según el nivel 3, seleccionando las que superaban el 50% en ambos grupos A y B. Análisis estadístico: por Chi-Cuadrado en SPSS 19.0.
RESULTADOS Y CONCLUSIONES
Se definieron 5 utilidades y 27 funcionalidades relacionadas con: información sobre la enfermedad (n=3) y tratamiento (n=7), PRO (adherencia y toxicidad; n=6), agenda (n=4) y comunicación paciente-profesional(n=7). Se incluyeron 118 pacientes (61 y 57 en cada centro) y 57 profesionales (31 y 26, respectivamente). Pacientes: El 70% de edad entre 35-65 años, el 23% mayores de 65 años y 52% mujeres. El 72% disponían de smartphone y el 83% eran atendidos por Oncología. Profesionales: El 47% de edad menor de 35 años y el 33% entre 35-50 años, 67% mujeres. El 95% disponían de smartphone. El 49% eran médicos (71% oncólogos), 26% personal de enfermería y 25% farmacéuticos. Todas las utilidades fueron valoradas con nivel 3 superior al 50% por profesionales y pacientes sin mostrarse diferencias estadísticamente significativas, a excepción de la utilidad comunicación, que fue peor valorada por los profesionales (p=0,000). Por orden de prioridad las utilidades seleccionadas por pacientes fueron: agenda (68%,4/4), comunicación (64%,6/7), información sobre tratamiento (58%,6/7) y enfermedad (57%,2/3), y PRO (56%, 4/6). El orden de prioridad para profesionales fue similar, a excepción de la comunicación que ocupó el último lugar (64%,3/4; 62%,5/7; 56%,3/3; 52%,4/6 y 33%;1/7). Respecto al registro de PRO, la valoración de pacientes y profesionales fue: registro de adherencia (A)48%; (B)59%), notificación de toxicidades (A)52%; B) 53%), insertar fotografías junto con la notificación de toxicidades (A)40%; (B)42%), notificar toxicidad en tiempo real (A)74%;(B)49%), integrar los registros en historia clínica (A)52%; (B)53%) y generar un informe para el paciente de toxicidad por ciclo (A)69%; (B)54%). Se seleccionaron el 48% (13/27) de las funcionalidades definidas, dos relacionadas con PRO: notificar toxicidades y generar un informe del registro para el paciente.
CONCLUSIONES
Se definen 5 utilidades a desplegar en una aplicación móvil para la activación del paciente oncológico y registro de PRO relacionados con adherencia y toxicidad del tratamiento. La agenda fue la utilidad priorizada por pacientes y profesionales, PRO se priorizó en quinto y cuarto lugar, respectivamente. Las funcionalidades seleccionadas más destacadas fueron: registro de toxicidad en tiempo real, recomendaciones del tratamiento y planilla horaria.
REFERÊNCIA: Poster in 63º Congreso Nacional de la Sociedad Española de Farmacia Hospitalaria. Spaña. Palma. 2018.
17 maio 2019
Livro Medicamentos Oncológicos na Prática Clínica 2ª edição 2019
- Agradecimentos
- Nota
- Prefácio
- Apresentação
- Introdução
- Lista de abreviaturas e siglas
- Conceitos básicos em oncologia
- Cálculos farmacêuticos
- Manipulação de medicamentos oncológicos
- Extravasamento de medicamentos
- Normatização de etiquetas para
- medicamentos oncológicos
- Farmacovigilância na prática clínica hospitalar
- Medicamentos Oncológicos: Monografias
- Anexos
- Índice geral dos medicamentos
ACICLOVIR
ÁCIDO ZOLEDRÔNICO
ACITRETINA
ACLARRUBICINA
AFATINIBE
AFLIBERCEPT
ALENTUZUMABE
ALFAINTERFERONA A RECOMBINANTE
ALFAINTERFERONA B RECOMBINANTE
ALTRETAMINA
AMIFOSTINA
AMINOGLUTETIMIDA
AMSACRINA
ANAGRELIDA
ANASTROZOL
APREPITANTO
ASPARAGINASE
ATEZOLIZUMABE
AVELUMABE
AXITINIBE
AZACITIDINA
BCG
BENDAMUSTINA
BEVACIZUMABE
BEXAROTENO
BICALUTAMIDA
BLEOMICINA
BLINATUMOMABE
BORTEZOMIBE
BOSUTINIBE
BRENTUXIMABE
BROMOCRIPTINA
BUSSERRELINA
BUSSULFANO
CABAZITAXEL
CABERGOLINA
CAPECITABINA
CARBOPLATINA
CARFILZOMIBE
CARMUSTINA
CETUXIMABE
CICLOFOSFAMIDA
CICLOSPORINA
CIPROTERONA
CISPLATINA
CITARABINA
CITARABINA LIPOSSOMAL
CLADRIBINA
CLODRONATO
CLOFARABINA
CLORAMBUCILA
CRIZOTINIBE
DABRAFENIBE
DACARBAZINA
DACTINOMICINA
DARATUMUMABE
DASATINIBE
DAUNORRUBICINA
DEGARELIX
DENOSUMABE
DEXAMETASONA
DEXRAZOXANO
DICLORETO DE RÁDIO-
DIETILESTILBESTROL
DINUTUXIMABE
DOCETAXEL
DOXORRUBICINA
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL
DOXORRUBICINA LIPOSSOMAL PEGUILADO
DURVALUMABE
ELOTUZUMABE
ENZALUTAMIDA
EPIRRUBICINA
ERITROPOETINA
ERLOTINIBE
ESTRAMUSTINA
ESTREPTOZOCINA
ETOPOSIDO
EVEROLIMO
EXEMESTANO
FILGRASTIM
FLUDARABINA
FLUORURACILA
FLUTAMIDA
FOLINATO DE CÁLCIO
FULVESTRANTO
GANCICLOVIR
GEFITINIBE
GENCITABINA
GENTUZUMABE OZOGAMICINA
GOSSERRELINA
HIDROXIUREIA
IBRITUMOMABE
IBRUTINIBE
IDARRUBICINA
IFOSFAMIDA
IMATINIBE
IMUNOGLOBULINA ANTITIMÓCITO
IMUNOGLOBULINA HUMANA ENDOVENOSA
INTERLEUCINA
IPILIMUMABE
IRINOTECANO
IXABEPILONA
LAPATINIBE
LENALIDOMIDA
LETROZOL
LEUPRORRELINA
LOMUSTINA
MECLORETAMINA
MEGESTROL
MELFALANO
MERCAPTOPURINA
MESNA
METOTREXATO
MIDOSTAURINA
MITOMICINA
MITOTANO
MITOXANTRONA
MORFINA
NAB-PACLITAXEL
NELARABINA
NILOTINIBE
NILUTAMIDA
NIVOLUMABE
OCTREOTIDA
OFATUMUMABE
OLARATUMABE
ONDANSETRONA
OXALIPLATINA
PACLITAXEL
PALBOCICLIBE
PAMIDRONATO
PANITUMUMABE
PAZOPANIBE
PEGASPARGASE
PEGFILGRASTIM
PEMBROLIZUMABE
PEMETREXEDE
PERTUZUMABE
PLERIXAFOR
POMALIDOMIDA
PONATINIBE
PROCARBAZINA
QUINAGOLIDA
RALTITREXEDE
RASBURICASE
REGORAFENIBE
RITUXIMABE
ROMIDEPSINA
RUXOLITINIBE
SARGRAMOSTIM
SORAFENIBE
SUNITINIBE
TALIDOMIDA
TAMOXIFENO
TEMOZOLOMIDA
TEMSIROLIMO
TENIPOSIDO
TIOGUANINA
TIOTEPA
TOPOTECANO
TRAMADOL
TRAMETINIBE
TRASTUZUMABE
TRASTUZUMABE ENTANSINA
TREOSSULFANO
TRETINOÍNA
TRIÓXIDO DE ARSÊNIO
VANDETANIBE
VEMURAFENIBE
VIMBLASTINA
VINCRISTINA
VINCRISTINA LIPOSSOMAL
VINDESINA
VINFLUNINA
VINORELBINA
VISMODEGIBE
VORINOSTATE











