20 janeiro 2016

Potenciais Interações Fármaco-Fármaco em Prescrições de Unidade de Terapia Intensiva Cardíaca de Um Hospital Universitário

Raymara Oliveira Lima; Thiara Rejanne do Nascimento Oliveira; Francisco de Assis Neves Everton Júnior; Daniel de Almeida Carvalho; Larissa Carla Ribeiro Rodas; Wanderly Barbosa Silva; Gysllene de Melo Coêlho Brito; Iara Antônia Lustosa Nogueira.

Hospital Universitário da UFMA - MA

Introdução: Interações medicamentosas são ações recíprocas entre fármacos, quando um influencia na ação do outro, resultando em efeitos benéficos ou prejudiciais para o paciente. A complexidade dos pacientes internados em unidades de terapia intensiva (UTI) faz com que os mesmos recebam esquemas terapêuticos com múltiplos fármacos, apresentando um risco maior de interações. Objetivo: Conhecer e quantificar as potenciais interações fármaco-fármaco em prescrições de pacientes na UTI- Cardíaca de um Hospital Universitário.

Método: Foram avaliadas prescrições do primeiro e último dia de internação, de pacientes que receberam tanto admissão como alta no mês de fevereiro de 2013 na UTI-Cardíaca, totalizando 38 prescrições de 19 pacientes. Estas foram analisadas através da base de dados Micromedex® e os resultados tabulados no Excel. Identificaram-se as interações mais frequentes, gravidade e possível manejo.

Resultados: o número total de medicamentos prescritos foi de 324, com uma média de 17 por paciente. Dos 19 pacientes do estudo, 89,5% (17) apresentaram no mínimo uma interação fármaco-fármaco. Das interações, 38,8% (19) foram classificadas como importantes, 57,1% (28) moderadas e 4,1% (2) secundárias. As principais interações foram entre insulina e metoprolol, anlodipino e sinvastatina, tendo como manejo, monitorização do paciente e ajuste de dose, respectivamente.

Conclusão: Foi encontrado um elevado número de interações fármaco-fármaco de gravidade importante nas prescrições analisadas. A avaliação das prescrições, seu manejo adequado e a monitorização constante do paciente é de vital importância para prevenir agravos à saúde, garantindo uma terapia segura e eficaz.

Anais Congresso de Farmácia Hospitalar: IX Brasileiro e II Sulamericano - 2013

26 dezembro 2015

Etude de stabilité d’une préparation hospitalière injectable de chlorhydrate de naloxone dans le cadre d’un essai clinique


ML. Tall1, EH. Diouf1, D. Laleye1, C. Dhelens1, M. Lenfant1, B. Ducarre1, N. Koog1,D. Salmon1,2, F. Pirot1,2, C. Pivot1
 
1 Pharmacie, Groupement Hospitalier Edouard Herriot, 5 place d’Arsonval, 69437 Lyon cedex 03, France
2 Laboratoire de Recherche et développement de Pharmacie Galénique Industrielle, Faculté de Pharmacie, Université Claude Bernard Lyon 1, 8 avenue Rockefeller, 69373 Lyon cedex 08, France, mamadou-lamine.tall@chu-lyon.fr 

Introduction
La préparation hospitalière injectable de chlorhydrate de naloxone dosée à 0,4 mg/ml est administrée par voie parentérale dans le cadre d’un essai clinique multicentrique en double aveugle. Cette recherche clinique porte sur l’évaluation de l’efficacité de l’administration d’une dose de naloxone de 0,4 mg ou de placebo (chlorure de sodium 0.9%) dans la réduction du dysfonctionnement sévère postcritique des crises tonico-cloniques généralisées. Pour répondre aux exigences réglementaires et disposer d’une nouvelle préparation prête à l’emploi avec une date limite d’utilisation, une étude de stabilité a été réalisée.

Matériels et méthode
Cette préparation hospitalière a été réalisée dans un isolateur dans des conditions aseptiques associées à une filtration stérilisante. Les flacons en verre blanc type II (5 ml remplis à 1 ml de solution) préparés ont été ensuite conservés dans une enceinte climatique à 25°C ± 2°C. Pour évaluer la stabilité de ce produit fini, des contrôles physico-chimiques (dosage de la naloxone par chromatographie liquide, du sodium, mesure du pH, de l’osmolalité, comptage des particules non visibles) et microbiologiques (essai des endotoxines bactériennes et essai de stérilité) ont été effectués sur un an à partir d’un lot pilote.

Résultats et discussion
Durant toute l’étude de stabilité, aucune diminution significative de la concentration en naloxone et en sodium, ni de variation importante de l’osmolalité et du pH en dehors des spécifications fixées n’a été mise en évidence. La variation de la concentration en principe actif par rapport à la concentration initiale se situait entre 98,9% et 103,6%. Les contrôles particulaires et microbiologiques ont été également conformes à la Pharmacopée Européenne attestant la limpidité, l’apyrogénicité et la stérilité de ce produit.

Conclusion
La préparation hospitalière reste stable pendant un an à 25°C ± 2°C permettant ainsi une administration chez l’homme en toute sécurité dans le cadre de cet essai clinique.

12 outubro 2015

AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIFÚNGICA E ANTIOXIDANTE DA MIKANIA HIRSUTISSIMA

Carlos Ananias Aparecido Resende - Faculdade Pitágoras

Introdução: A Mikania hirsutíssima (M.K), conhecida popularmente pelo nome ?cipó-cabeludo?, apresenta atividade antimicrobiana. Análise e desenvolvimento de medicamentos à base de produtos naturais com forte ação farmacológica inibitória das cepas de Cândida são alternativas para o tratamento antifúngico. Ao longo dos tempos vem-se aumentando as técnicas para avaliação antioxidante, o que possibilita a seleção de substâncias para serem utilizadas como fármacos.

Objetivos: Avaliar a atividade antifúngica do extrato de Mikania hirsutissima sobre os isolados clínicos e
cepas padrão de Candida albicans resistentes ao fluconazol e itraconazol. Avaliar o potencial antioxidante da
Mikania hirsutissima.

Metodologia: Após a coleta de Mikania hirsutissima houve a secagem, trituração e pesagem, então deixado o material em repouso em álcool absoluto. Após este repouso aconteceu a obtenção do extrato bruto do caule e da folha. Para este estudo foram utilizados isolados clínicos de Candida albicans. Sendo utilizadas diferentes concentração metanólica de M.K de folha e caule. O método utilizado para determinação da atividade antioxidante in vitro do extrato etanólico de M.K foi o método com o radical livre DPPH.

Resultados: A atividade antifúngica dos extratos etanólicos de M.K contra as cepas de Candida albicans
apresentaram resultados satisfatórios onde o extrato do caule de 100mg/ml apresentou uma média de halos
de 4,5mm. As cepas submetidas ao teste com Itraconazol apresentaram-se resistentes. As concentrações de
extrato testadas para avaliação da atividade antioxidante apresentaram capacidade antioxidante em comparação ao padrão BHA.

Conclusão: Os resultados obtidos neste estudo demonstraram, de forma satisfatória, atividade antifúngica
sobre os isolados clínicos, onde todas as partes evidenciaram potencial fungicida, mesmo aqueles resistentes
ao Fluconazol e o Itraconazol. Apresentou também considerável atividade antioxidante.

Palavras-Chave: Mikania hirsutissima | Candida albicans | Fluconazol | Itraconazol | Antioxidante

Anais do 13º Congresso de Farmácia e Bioquímica de Minas Gerais - Os novos caminhos para o farmacêutico - ano 2015 / Conselho Regional de Farmácia do Estado de Minas Gerais

24 agosto 2015

INTERVENCION FARMACEUTICA EN EL AJUSTE POSOLOGICO DE ENOXAPARINA EN PACIENTES CON INSUFICIENCIA RENAL

Urda Romacho JUR, Castro Vida MACV, Gimeno Jorda MJGJ, Martos Rosa AMR, Fayet Pérez AFP, Martínez De La Plata JEMD.
Hospital de Poniente. Almería. España.

OBJETIVOS: Adecuar la prescripción de enoxaparina en pacientes con IR severa según las recomendaciones de las guías de práctica clínica. Comprobar la utilidad de la intervención farmacéutica (IF) como herramienta para realizar la adecuación de la prescripción.

MÉTODOS: Estudio prospectivo de 4 meses de duración (junio 20013 – septiembre 2013) en un hospital comarcal. Se revisaron todos los pacientes ingresados a los que se les prescribió enoxaparina en dosis superiores a 40 mg/día. Se realizó IF en aquellos pacientes con un ClCr < 30ml/min. Se recogieron datos de edad, sexo, servicio prescriptor, ClCr, dosis prescrita y cambio de posología tras IF. La IF consistió en recomendar un ajuste de dosis según la función renal del paciente. La dosis recomendada, según ficha técnica, fue 20 mg/día en profilaxis y 1 mg/kg/día en el tratamiento de tromboembolismo venoso, angina inestable e infarto agudo de miocardio no Q. Se comunicó al facultativo mediante nota escrita en prescripción electrónica. No se realizó IF cuando la dosis ya estaba ajustada o la anticoagulación del paciente estaba en seguimiento por el servicio de Hematología. Los datos se obtuvieron de la prescripción electrónica (aplicación informática Unidosis Farmatools® Dominion®), del programa de laboratorio (GIPI®) y de la historia clínica electrónica (ARIADNA®).

RESULTADOS: Se prescribió enoxaparina en dosis superiores a 40 mg/día a 254 pacientes. Hombres: 55,8%. Edad: 69 ± 13 años. Los servicios que más veces prescribieron enoxaparina fueron Medicina Interna (31 %) y Cardiología (21,6 %). 16 pacientes (6,3%) presentaron un ClCr < 30ml/min. Se realizó IF en 11 pacientes (77,8%), de los cuales 6 pacientestenían prescrito enoxaparina 60mg/24h, 4 pacientes 80mg/24h y 1 paciente 60mg/12h. El 81.8% de las IF fueron aceptadas (9 pacientes). Los motivos de las IF no aceptadas fueron: alta del paciente y recuperación de la función renal.

CONCLUSIONES: La IF permitió una adecuación de la prescripción, promoviendo un uso seguro y apropiado de enoxaparina, mejorando la seguridad del paciente y disminuyendo el riesgo a las complicaciones asociadas a una sobredosificación. El alto porcentaje de IF aceptadas confirma que es una herramienta útil y necesaria en el ajuste posológico de los medicamentos.

Farm Hosp. 2014;Supl. 1:9-420

04 junho 2015

INFORMATIZACIÓN DEL PROTOCOLO DE USO DE ANTIBIÓTICOS DE USO RESTRINGIDO EN UN HOSPITAL DE TERCER NIVEL

Tévar Alfonso E, Otazo Pérez S, Betancor García T, de León Gil JA, Plasencia García I, Merino Alonso J.
Hospital Universitario N. S. de Candelaria. Santa Cruz de Tenerife. España.

OBJETIVOS: Introducción: En 2013, aprovechando la implantación de la Prescripción Electrónica Asistida en el 100 % de las camas de hospitalización, se procedió a informatizar el protocolo de antibióticos de Uso restringido. Describir el proceso de informatización de un protocolo de antibióticos de uso restringido mediante un formulario web y el aplicativo de Prescripción Electrónica de SELENE (PEA).

MATERIAL Y MÉTODOS: En el año 2013 se aprobó el nuevo protocolo de antibióticos de uso restringido actualizando las indicaciones a la práctica clínica habitual. En el protocolo se incluyeron el ertapenem, linezolid, daptomicina y tigeciclina. En colaboración con el Servicio de Tecnologías de la Información se creó un formulario web al que se accede a través de la Intranet, dentro del área de peticiones del paciente. Se creó una ficha genérica por cada antibiótico de uso restringido en el programa de PEA que contiene el nombre del principio activo + la frase “PENDIENTE DE PROTOCOLO”. Se quitó el acceso a la prescripción por parte del médico de todos los antibióticos de uso restringido en la PEA. Se crearon protocolos para cada antibiótico (dentro del área de Farmacia). De esta forma, sólo los farmacéuticos pueden incluir el antibiótico en el perfil farmacoterapéutico del paciente, una vez se ha comprobado que cumple las indicaciones del protocolo.

RESULTADOS: Durante 2013 se realizaron 500 solicitudes de antibióticos de uso restringido de los cuales 22% fueron para ertapenem, 37.2% para linezolid, 35.2% para daptomicina y 5.6% para tigeciclina. Se aprobó el uso del 96,32% de las solicitudes. En 18 ocasiones se denegó el inicio del tratamiento al haber otro antibiótico de primera linea disponible y que no había sido usado. La mitad de las solicitudes denegadas correspondían a daptomicina. El 100 % de los inicios de los tratamientos fueron validados por un farmacéutic antes de la primera dispensación. En comparación con 2012, se consiguió reducir el gasto de tigeciclina, ertapenem y linozolid en 14.254€, 13.131€ y 5.929€ respectivamente. El consumo de daptomicina experimentó un aumento de 1.461€. El gasto total en estos antibióticos de uso restringido se redujo en 31.843.70 euros.

CONCLUSIONES: El protocolo de antibióticos de uso restringido ha permitido optimizar el uso de estos fármacos en nuestro hospital. La informatización del protocolo en formato web facilita el acceso al mismo por parte de los clínicos. Esto ha contribuido a la alta tasa de adecuación resgistrada. El no permitir la prescripción directa de los antibióticos supone un filtro adicional a la hora de validar este tipo de tratamientos.

Farm Hosp. 2014;Supl. 1:9-420

25 abril 2015

Evaluación de la calidad de las intervenciones farmacéuticas en urgencias basada en la evidencia científica



M. Pérez León, H. Alonso Ramos, S. González Munguía, S. M. Marrero Penichet  y R. Molero Gómez.
Servicio de Farmacia. Hospital Universitario de Gran Canaria Doctor Negrín. Las Palmas de Gran Canaria. España

Objetivo: Evaluar la calidad de las intervenciones farmacéuticas que motivaron un inicio de tratamiento en un Servicio de Urgencias. Analizar el porcentaje de intervenciones sobre tratamientos agudos o crónicos, y el grupo ATC de los fármacos implicados.

Método: Se analizaron y clasificaron las intervenciones farmacêuticas realizadas durante un año, asignándoles el grado de recomendación, nivel de evidencia y reducción de la morbimortalidad teórica asociada según las guías de práctica clínica. También fueron clasificadas según el objetivo del tratamiento de la intervención (agudo o crónico), y por el grupo ATC.

Resultado: Se realizaron 2.776 intervenciones farmacéuticas durante el período de estudio, siendo el 47% intervenciones de inicio de tratamiento. El 73% pudieron ser clasificadas según la evidencia científica disponible en las guías de práctica clínica. El 84% obtuvo un grado de recomendación y nivel de evidencia IA, el 9% IC y 4% IB. El 67% tenían asociada una disminución teórica de la morbimortalidad. El 73% de lãs intervenciones estuvieron relacionadas con el tratamiento crónico Del paciente, siendo los grupos ATC más frecuentes el N y C. Mientras que en los tratamientos agudos los más frecuentes fueron el grupo B y A.

Conclusiones: Las intervenciones de inicio de tratamiento realizadas por un farmacéutico clínico en el Servicio de Urgencias muestran una elevada adherencia a las guías de práctica clínica con un alto grado de recomendación y evidencia, y reducción teórica de la morbimortalidad asociada. La mayoría de las intervenciones estuvieron relacionadas con La conciliación de tratamientos crónicos, fundamentalmente fármacos Del grupo N y C.

Farm Hosp. 2014;38(2):123-129