30 setembro 2014

TOXICIDAD CUTÁNEA PRODUCIDA POR ERLOTINIB EN PACIENTES CON CÁNCER DE PULMON NO MICRO CÍTICO

Martín Vila A, Álvarez Payero M, Vilasoa Boo P, Castro Domínguez JM, Martínez López de Castro N, Piñeiro Corrales G.
Complejo Hospitalario Univ. de Vigo (Meixoeiro). Pontevedra. España.

OBJETIVOS: Analizar la toxicidad cutánea producida por erlotinib cuando se emplea en cualquiera de sus indicaciones en cáncer de pulmón no microcítico. Determinar la incidencia de trastornos de la piel y el tejido subcutáneo que requieren disminuir la dosis o discontinuar temporalmente el tratamiento con erlotinib.

MATERIAL Y MÉTODO: Estudio observacional retrospectivo. Se incluyeron a todos los pacientes diagnosticados de CPNM tratados con erlotinib entre septiembre 2005 y marzo 2013. Fueron excluidos aquellos pacientes de los cuales no se disponía la historia clínica completa. Datos recogidos: edad al inicio de tratamiento, sexo, posología inicial, necesidad de reducción de dosis o discontinuación temporal del tratamiento debido a toxicidad cutánea. Dentro de la definición de rash se incluyó la dermatitis acneiforme al igual que viene reflejado en ficha técnica. La toxicidad fue evaluada por el médico oncólogo siguiendo la Common Terminology Criteria for Adverse Events (CTCAE) del National Cancer Institute. Las fuentes de datos empleadas fueron: aplicaciones informáticas de gestión farmacoterapeútica Silicom® y Dipex®, historia clínica en formato papel e historia clínica electrónica mediante el programa IANUS®.

RESULTADOS: Fueron tratados 62 pacientes (21 mujeres). Se excluyeron del estudio 3 pacientes (1 mujer) por no estar disponible su historia clínica completa. La edad media al inicio de tratamiento fue 63,45 años ± 10,87. La posología al inicio en 58 pacientes fue 150 mg/24 h, en 1 paciente fue 100 mg/24 h. Presentaron toxicidad cutánea (rash) de cualquier grado el 57,63% de los pacientes. Presentaron toxicidad cutánea de grado 3 o grado 4 el 15,63% de los pacientes. El 100% de los pacientes con toxicidad grado 3-4 suspendieron temporalmente el tratamiento, de los cuales el 55,50% requirieron una disminución de la dosis al reintroducirlo, por lo que continuaron el tratamiento con una dosis de 100 mg/día.

CONCLUSIONES: La incidencia de la toxicidad cutánea en el tratamiento con erlotinib en pacinetes con CPNM es muy alta, 57,63%. En muchos casos esta toxicidad es grave, obligando a discontinuar temporalmente el tratamiento en el 15,63% de los pacientes a tratamiento con erlotinib y a reducir la dosis posteriormente en el 8,67%. Esto hace muy importante la información que el farmaceútico debe ofrecer al paciente, tanto para prevenir su aparición como para el manejo de la misma con el fin de evitar las formas graves.

Referência: Farm Hosp. 2013;Supl. 1:65-499

30 agosto 2014

SEGURANÇA DO PACIENTE NO CENTRO CIRÚRGICO: EXPERIÊNCIA COM O CHECK LIST DE CIRURGIA SEGURA

ISLANE COSTA RAMOS; SIMONE DA SILVEIRA MAGALHÃES; MARIA ELIZA M. ARRUDA BARBOSA; ADRIANA N. RATS E SILVA; PATRICIA ALVES DE OLIVEIRA; MARIA JOSE DOS SANTOS CAETANO.

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO WALTER CANTÍDIO / CE. 

Introdução A prestação de assistência ao paciente nos hospitais, cada vez mais, tem exigido dos profissionais de saúde atuação complexa. Nessa perspectiva, a segurança dos pacientes ganha relevância, evocando a necessidade de se capacitar e se comprometer com ações sistêmicas de avaliação e prevenção, tentando viabilizar a redução de desfechos indesejados, bem como a de analisar o impacto sobre a qualidade do cuidado prestado. Considerando a pertinência desta temática, este estudo teve como objetivo aplicar um instrumento adaptado do check list de cirurgia segura proposto pela OMS no centro cirúrgico de um Hospital Universitário, analisando as repercussões dessa medida no desenvolvimento de práticas seguras.

Método: Estudo descritivo, realizado no Centro Cirúrgico (CC) de um Hospital Universitário localizado em Fortaleza-Ceará, de julho a outubro de 2013. Participaram todas as oito enfermeiras que trabalham no setor e teve como instrumento de coleta de dados, um formulário estruturado. Para análise dos dados, recorreu-se a estruturação de Morse e Field.

Resultados: O instrumento utilizado é um roteiro que inclui todos os itens que devem ser conferidos desde admissão até a transferência do paciente para a sala de recuperação (SR), sendo adaptado do impresso sugerido pela OMS (check list de cirurgia segura), criado com o intuito de auxiliar as equipes operatórias na redução das ocorrências de danos ao paciente, contendo itens de segurança a serem verificados, de forma que pudessem ser colocados em prática visando reforçar a segurança operatória com práticas corretas e promover uma melhor comunicação e trabalho em equipe. Como protocolo operacional na instituição pesquisada, o Checklist contempla três etapas: 1º Admissão no CC; 2º Na sala de cirurgia antes do procedimento e 3º Após realização do procedimento e antes de encaminhar paciente para SR. Este foi coordenado pelas enfermeiras do CC, mas com participação de todos os membros da equipe e paciente. O protocolo está em funcionamento desde julho de 2013 e tem sido aplicado integralmente em todas as cirurgias. Após 3 meses de aplicação foi analisado a repercussão da medida com base nos seguintes tópicos: implementação do check list, notificação de erro, perfil das não conformidades e participação dos profissionais. A adesão ao check list foi completa, mas observou-se a necessidade de treinamento, para embasar alguns itens; quanto a notificação dos erros foi extremamente importante, pois não fazia parte da rotina da unidade quantificar e tipicar os eventos adversos, bem como analisar o “quase erro”. Contudo, é preciso melhorar a comunicação entre os membros da equipe.

Conclusão O protocolo ajudou a prevenir a ocorrência de eventos adversos, pois contribui com a comunicação entre os membros da equipe cirúrgica, entretanto, a equipe deve trabalhar transdisciplinarmente, uma vez que todos são responsáveis pelo cuidado seguro do cliente, cada qual no desempenho de sua função em prol do paciente.

Referência Anais do I Congresso Internacional sobre Segurança do Paciente ISMP Brasil - V Fórum Internacional sobre Segurança do Paciente: Erros de Medicação - 10,11 e 12 de abril de 2014 - Ouro Preto - MG

26 julho 2014

CONCILIAÇÃO DOS MEDICAMENTOS TRAZIDOS PARA O HOSPITAL: SEGURANÇA DO PACIENTE NA TRANSIÇÃO DO CUIDADO

MARIA DAS DORES GRACIANO SILVA - HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFMG / MG
CASSIA RODRIGUES LIMA FERRREIRA - HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFMG / MG
JEICE IGNACIO DE SOUZA - HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFMG / MG
MARTA APARECIDA GOULART - HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFMG / MG
ROSIANE MATEUS AUGUSTO - FACULDADE FARMÁCIA DA UFMG / MG
ERIKA REGINA REIS DINIZ - FACULDADE DE FARMÁCIA DA UFMG / MG

Introdução Na produção científica relacionada à segurança do paciente observa-se o registro de alta porcentagem de pacientes internados com discrepâncias não justificadas entre os medicamentos utilizados antes da internação e os prescritos no hospital. Como também, relato de pacientes e/ou familiares que trazem medicamentos para o hospital. O uso inadequado de medicamentos pode aumentar a possibilidade de ocorrência de eventos adversos. Nesse contexto, a conciliação medicamentosa é uma estratégia que visa minimizar a possibilidade de ocorrências de informações incorretas e/ou incompletas sobre a utilização de medicamentos nas etapas de transição de cuidado.

Objetivo Conhecer a freqüência e utilização dos medicamentos trazidos para o hospital na internação visando subsidiar ações de melhoria na qualidade e segurança da assistência nessa transição do cuidado.

Metodologia Este trabalho foi realizado por farmacêuticos e acadêmicos de farmácia de um hospital público, universitário e geral com 505 leitos. Foi realizado um estudo transversal, descritivo desenvolvido de 15 de outubro a 14 de novembro de 2013 conforme protocolo específico. Foram incluídos todos os pacientes que constavam do relatório do estudo com internação há 48 horas anterior ao dia da coleta e que atendiam aos critérios de inclusão. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevista aos pacientes e/ou familiares e consulta da prescrição do paciente. Os dados coletados foram registrados no Programa Excell versão 2007 e realizada análise da freqüência das variáveis categóricas e quantitativas de interesse do estudo.

Resultados No período do estudo 738 pacientes foram internados, sendo que destes 436 (59%) foram considerados elegíveis. Dentre os elegíveis, 322(74%) foram entrevistados Os pacientes entrevistados que trouxeram medicamentos para a instituição foram 125, sendo 74 (59%) do sexo feminino, a faixa etária 25 a 60 anos a de maior freqüência e a maioria trouxe de 1 a 5 medicamentos. Esses pacientes e/ou seus familiares trouxeram para o hospital 464 medicamentos sendo que foi mantida a prescrição de 227 (49%) e desses 189 (83%) eram padronizados na instituição. Identificou-se o uso de 67 (30%) desses medicamentos cuja prescrição foi mantida, sendo que o correto seria utilizar o do hospital. Dentre os 237 (51%) medicamentos que não tiveram a prescrição mantida, 135 (57%) eram padronizados no hospital. No entanto, apesar de não estarem prescritos 120 (51%) dos medicamentos que estavam com o paciente foram utilizados.

Conclusão: A verificação dos medicamentos trazidos para instituição no momento da internação é uma etapa importante da conciliação medicamentosa. Esse trabalho fornece informações importantes sobre os medicamentos trazidos para o hospital pelos pacientes e/ou familiares e essas podem subsidiar a efetivação na instituição da conciliação medicamentosa como estratégia de melhoria na qualidade e segurança da assistência ao paciente na transição do cuidado.

Referência: Anais do I Congresso Internacional sobre Segurança do Paciente ISMP Brasil - V Fórum Internacional sobre Segurança do Paciente: Erros de Medicação - 10,11 e 12 de abril de 2014 - Ouro Preto - MG

15 julho 2014

Inscrições abertas para o 5° Congresso Brasileiro sobre o Uso Racional de Medicamentos

Farmacêuticos, médicos, odontólogos, enfermeiros, agentes de saúde, gestores e estudantes da área da saúde já podem se inscrever para o 5º Congresso Brasileiro de Uso Racional de Medicamentos. O evento será que será realizado no Anhembi Parque - Palácio das Convenções, em São Paulo de 22 a 25 de setembro. O congresso é organizado pelo Comitê Nacional de Promoção do Uso Racional de Medicamentos, composto por representantes do Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Agência Nacional de Vigilância Sanitária(Anvisa) entre outras entidades.

A expectativa é que mais de 2.500 congressistas participem desta edição que terá como tema central “O Uso Racional de Medicamentos e a Segurança do Paciente”, escolhido de acordo com as demandas atuais mais discutidas na área e pela criação recente do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), que busca qualificar o cuidado em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional.


“O Comitê verificou que os temas dos quatro primeiros congressos sempre foram voltados aos profissionais. Assim, entendeu que nesta edição o congresso deveria extrapolar, tendo a sociedade como parceira, levando a discussão do Uso Racional de Medicamentos para a população”, explica Marco Aurélio Pereira, coordenador do programa Farmácia Popular do Brasil, do Ministério da Saúde e membro do Comitê de Uso Racional de Medicamentos.

Os participantes do V Congresso Brasileiro sobre Uso Racional de Medicamentos poderão assistir a conferências, mesas redondas, painéis, oficinas e cursos, que contarão com a participação de consagrados palestrantes nacionais e internacionais.

A promoção do Uso Racional de Medicamentos faz parte das estratégias da Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, o Uso Racional de Medicamentos é prioridade na agenda de saúde.
Para se inscrever, acesse o site www.saude.gov.br/congressourm. As inscrições para o Congresso poderão ser feitas até o dia 15 de setembro, já as inscrições de trabalhos serão realizadas de 13 de junho a 13 de julho de 2014.

Sobre o CNPURM - O Comitê Nacional para a Promoção do Uso Racional de Medicamentos (CNPURM) foi instituído em 2007 e redefinido por meio da Portaria nº 834, de 14 de maio de 2013. Tem por finalidade orientar e propor ações, estratégias e atividades para a promoção do uso racional de medicamentos no âmbito da Política Nacional de Promoção da Saúde, visando ampliar e qualificar o acesso a medicamentos que atendam aos critérios de qualidade, segurança e eficácia.

Congresso Brasileiro sobre o Uso Racional de Medicamentos
Data: 22 a 25 de setembro de 2014
Local: Anhembi Parque - Palácio das Convenções, em São Paulo
Inscrições e programação: www.saude.gov.br/congressourm.

04 julho 2014

CONGRESSOS na área farmacêutica em 2014

CURSO PROTOCOLO DE SEGURANÇA NA PRESCRIÇÃO, USO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS.

Data: 25 e 26 de julho de 2014
Local: Belo Horizonte - MG

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VI SIMPÓSIO NACIONAL DE CANCEROLOGIA DA AERINCA.

Data: 21 e 22 de agosto de 2014
Local: Rio de Janeiro - RJ

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II FÓRUM BRASILEIRO SOBRE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA E FARMACOECONOMIA.

Data: 14 a 17 de setembro de 2014
Local: Salvador - BA

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9º SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE ESTERILIZAÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR.

Data: 17 a 20 de setembro de 2014
Local: São Paulo - SP

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V CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS.

Data: 22 a 25 de setembro de 2014
Local: São Paulo - SP
Contatos: www.saude.gov.br

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VIII CONGRESSO FRANCO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA.

Data: 09 a 11 de outubro de 2014
Local: Rio de Janeiro - RJ

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IV CONGRESSO DE FARMÁCIA HOSPITALAR EM ONCOLOGIA DO INCA.

Data: 30, 31 de outubro e 01 de novembro de 2014
Local: Rio de Janeiro - RJ

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CONGRESSO BRASILEIRO DE HEMATOLOGIA, HEMOTERAPIA E TERAPIA CELULAR.

Data: 06 a 09 de novembro de 2014
Local: Florianópolis - SC
Contatos: www.hemo.org.br

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II BIENAL INTERNACIONAL DE ONCOLOGIA 2014.

Data: 06 a 08 de novembro de 2014
Local: São Paulo - SP

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XVI CONGRESSO BRASILEIRO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR E EPIDEMIOLOGIA HOSPITALAR.

Data: 19 a 22 de novembro de 2014
Local: Curitiba - PR
Contatos: www.abev.com.br

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XIV CONGRESSO BRASILEIRO DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA.

Data: 27 a 30 de novembro de 2014
Local: Brasília - DF

15 junho 2014

IMPLEMENTATION OF A CLINICAL PHARMACY SERVICE AND ANALYSIS OF THE PHARMACOTHERAPEUTIC INTERVENTIONS IN THE NEUROLOGY SECTOR OF HCFMRP/USP

JOÃO PAULO VILELA RODRIGUES, LILIAN PEREIRA PRIMO, LORENA ROCHA AYRES, LEONARDO RÉGIS LEIRA PEREIRA, ALEXANDRA CRUZ ABRAMOVICIUS

Centro de Pesquisa em Assistência Farmacêutica e Farmácia Clínica, Universidade de São Paulo, Brasil - Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP/USP), Universidade de São Paulo, Brasil

Introduction: Neurological diseases are common in the population and there is a lack of well defined protocols for the treatment of some of them. The management of drug therapy is also difficult in relation to toxicity, drug interactions and complexity of treatment. Clinical Pharmacy (CP) is a tool that can provide safe and effective therapies to hospitalized patients. The aim of this study is to describe the pharmacotherapeutic interventions (PI) conducted by clinical pharmacists and the degree of acceptance by physicians during the first year of this service implementation in Neurology Sector of Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (HCFMRP-USP).

Methods: We retrospectively revised pharmacists’ interventions records from 109 hospitalized patients between December, 2011 and December, 2012. We included adults of both sexes, regardless of the reason of admission. It was considered only the PI performed together with the medical staff that was documented.

Results: The CP team made 74 PI, of which 64 (86%) were accepted by the physicians. There were sixteen dose changes, twelve discontinuations due to adverse reactions and/or drug interactions, eighteen changes in forms of administration, nine discontinuation unnecessary and/or ineffective treatment, two changes in treatment period, four introduction of a new drug, nine drug or treatment changes and four pharmaceutical formulation changes.

Conclusion: The results show that CP is an important tool for the safety and effectiveness of the treatment of hospitalized patients, which is confirmed by the high degree of adherence from the medical team to the PI performed.

Rev.Bras. Farm. – 94 (4); 2013

28 maio 2014

PHARMACIST IDENTIFICATION OF POTENTIAL SIDE EFFECTS IN PATIENTS WITH MULTIMORBIDITY AND POLYPHARMACY

L Jeffery, MG Kruse; Silkeborg Regional Hospital, Viborg Hospital Pharmacy, Silkeborg, Denmark

Background Denmark’s first outpatient clinic for multimorbidity and polypharmacy opened at Silkeborg Regional Hospital in 2012. The clinic treats patients with at least 2 chronic illnesses, who present with a variety of symptoms. The pharmacist is an integral member of the multidisciplinary team that sees the patient during a single visit. The team includes a nurse, medical consultant, physio- and occupational therapist, and relevant senior doctors from 9 other medical specialities, including psychiatry.

Purpose To document the impact of a pharmacist on identification of potential side effects to regular medicines and on other medicines-related problems (MRP) in patients at a clinic for patients with multimorbidity.

Materials and methods Before the patient sees the consultant, the pharmacist interviews the patient about all aspects of his medicines history (including over the counter medicines and herbal/natural medicines) and updates the electronic prescribing system. A full medicines review is then carried out with extra focus on possible side effects. The pharmacist presents relevant MRP to the doctor before the patient’s consultation. The pharmacist is also present at the following multidisciplinary conference about the patient. MRP found are recorded in a national database (LRP database).

Results The pharmacist saw 58 patients from May 2012 to September 2013 and highlighted 208 MRP. The patients at the clinic have on average 12.3 (3–26) regular medicines. Twenty-nine patients had potential side effects to their regular medicines (from 1–11). Ninety-four (45%) of the pharmacist’s 208 suggestions were implemented at the clinic, where 20 were related to the 70 highlighted possible side effects.

Conclusions With special focus on side effects to regular medicines, the pharmacist highlighted potential side effects in 50% of the patients at the clinic for multimorbidity and polypharmacy. Despite the clinic being an outpatient clinic, the acceptance rate for the pharmacist’s suggestions was surprisingly high.

Eur J Hosp Pharm 2014:21(Suppl 1):A1–224