18 outubro 2011

Estabilidade após diluição: IRINOTECAN (CAMPTO®)

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ETUDE DE LA STABILITE DE LA SOLUTION COMMERCIALE D’IRINOTECAN (CAMPTO®) APRES PRELEVEMENTS REITERES DANS LE MEME FLACON

E. Huet, S. Roy, C. Hochart, A. Bellanger, R. Farinotti, C. Fernandez - Laboratoire
d’Analyse du Médicament – Unité de Pharmacie Clinique Oncologique - Service Pharmacie - GH Pitié Salpêtrière – 47 Bd de l’Hôpital – 75013 PARIS

Introduction: L’irinotécan, inhibiteur de la topoisomérase I, est indiqué dans le traitement du cancer colo-rectal localement avancé ou métastatique et en cours d’évaluation dans le glioblastome. Les posologies varient de 10 à 350 mg/m²selon les indications et les associations et la spécialité pharmaceutique CAMPTO®, laboratoire Pfizer, se présente sous forme prête à l’emploi (20 mg/ml), conditionnée sous azote et disponible en flacons de 40, 100 et 300 mg. Les unités de préparation centralisées, sous responsabilité pharmaceutique, ont dorénavant recours au dosage le plus élevé. Le reliquat, du fait des manipulations en atmosphère estérile, est susceptible d’être utilisé pour une préparation ultérieure. Cependant, aucune donnée sur la conservation de la solution commerciale à 20 mg/ml, après première utilisation du flacon n’a été communiquée par le laboratoire. L’objectif de ce travail est d’étudier la stabilité physico-chimique de la solution de CAMPTO® 20 mg/ml après prélèvements répétés dans le même flacon.

Matériel et méthode: Le dosage de l’irinotécan a été réalisé par HPLC selon une méthode développée et validée au laboratoire, conformément aux critères ICH. Dans un premier temps, afin de tester la spécificité de la méthode et de détecter les produits de dégradation, la solution a été soumise à une dégradation forcée (acide, base, oxydant, chaleur). Dans un deuxième temps, des prélèvements ont été réalisés pendant 8 jours dans le flacon à 20 mg/ml, sous hotte à flux d’air laminaire, dans des conditions d’asepsie et de protection du personnel strictes. Les flacons ont été conservés à température ambiante. La solution concentrée a été diluée au 1/10ème dans le glucose à 5% avant analyse. La solution a été déclarée stable aussi longtemps que la concentration en irinotécan (exprimée en IC95) était comprise entre 90 et 110% de la concentration initiale. Les essais ont été réalisés sur trois lots de la solution commerciale.

Résultats: La méthode développée, en phase inverse (phase mobile : tampon phosphate 0.05M/acétonitrile (72 : 28, v/v), phase stationnaire Curosil-PFP C18 4,6´250 mm, 5em) avec détection spectrofluorimétrique (355-550 nm), permet la séparation de l’irinotécan en 10 minutes. Aucun des produits de dégradation obtenus au cours des tests de dégradation forcée n’a été retrouvé lors de l’étude de stabilité. La concentration en irinotécan de la solution concentrée est restée stable pendant les 8 jours de l’étude.

Discussion/conclusion: Les résultats de nos essais ont montré que la solution prête à l’emploi d’irinotécan (CAMPTO® 20 mg/ml) peut être conservée à température ambiante dans son flacon d’origine pendant 8 jours après la première utilisation, sans risque de dégradation physico-chimique du principe actif. En pratique courante, cette durée de stabilité excède largement la durée de conservation du flacon entamé.

References: Congres 2009. SFPO. France

13 setembro 2011

Fluorouracila colírio: formulação magistral

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Fluorouracila 150 mg/mL Injetável...............................................20 mL
Água Destilada para Injeção.....................................................23 mL
Cloreto de Sódio 0,9% q.s.p....................................................100 mL

Manipulação: Calcular a quantidade requerida de cada componente da formulação para o total de material a ser preparado. Este produto deve ser preparado em área com controle ambiental de forma a reduzir a introdução, a geração e a retenção de contaminantes em seu interior. Retirar o volume desejado de fluoruracila, seguindo protocolo para reconstituição de soluções de drogas citostáticas. Adicionar quantidade suficiente de cloreto de sódio e misturar bem, filtrando previamente a solução através de um filtro de membrana esterilizante de 0,22 micra para um frasco plástico âmbar estéril. Estocado em frasco de plástico âmbar na concentração de 1%. Para uso oftálmico. Estabilidade de 180 dias na temperatura ambiente

Referência: Fluorouracil 1% Ophthalmic Solution. IJPC. 2004; 8(3): 217

06 julho 2011

AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA E SEGURANÇA CLÍNICA DE UM CREME A BASE DE VITAMINAS E ÓLEO DE ANDIROBA NA PELE IRRADIADA DE PACIENTES PORTADORAS DE CÂNCER MAMA

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AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA E SEGURANÇA CLÍNICA DE UM CREME A BASE DE VITAMINAS E ÓLEO DE ANDIROBA NA PELE IRRADIADA DE PACIENTES PORTADORAS DE CÂNCER DE MAMA

Paiva JT, Pinezi JCD, Helfenstein T, Bezerril CM, Freitas NMA, Teixeira ST, Machado GDP.

Associação de Combate ao Câncer de Goiânia, Goiânia, GO
E-mail: storres@pharmanostra.com.br

RESUMO

Introdução: A radiodermatite é o efeito colateral mais comum em pacientes portadoras de tumor de mama submetidas à radioterapia e, dependendo do grau apresentado, pode afetar a efetividade do programa terapêutico. Alguns cuidados padrões são empregados para prevenir e/ou tratar as radiodermatites, dentre eles a hidratação da pele irradiada. Produtos naturais, como pomada de amêndoa, creme de camomila e Aloe vera, têm provado diminuir os sintomas da pele irradiada. Ora, já que a reação cutânea aguda à radiação se deve principalmente à produção insuficiente de células a partir da camada basal danificada, nutrientes revitalizantes, como vitaminas, ácidos graxos e proteína, tornam-se essenciais para a recuperação da pele lesada pela radioterapia. Um tratamento que se propõe a restabelecer a umidade e as condições fisiológicas da pele para a boa difusão de substâncias no meio celular por meio de componentes livres de efeitos colaterais é uma alternativa saudável aos tratamentos antiinflamatórios e esteroidais convencionais.

Objetivo: Avaliar e comparar a eficácia e segurança de um novo creme a base de vitaminas A e E e óleo de andiroba com um gel a base de Aloe barbadensis e ácido hialurônico de eficácia comprovada no tratamento da dermatite aguda causada pela radioterapia, além de verificar a melhor posologia para esse novo produto.

Método: Trinta e nove pacientes portadoras de tumor de mama a serem submetidas à radioterapia foram divididas em 3 grupos: Grupo 1: Fazendo uso do gel a base de Aloe barbadensis e ácido hialurônico três vezes ao dia (n=16); Grupo 2: Fazendo uso do creme a base de vitaminas e óleo de andiroba (Pharma Nostra Com. Ltda, Rio de Janeiro, RJ, Brasil) duas vezes ao dia (n=12); Grupo 3: Fazendo uso do creme a base de vitaminas e óleo de andiroba três vezes ao dia (n=11). As mamas das pacientes foram examinadas por apenas um observador. Foi avaliado o grau de evolução da dermatite segundo o RTOG.

Resultados: Nenhuma paciente do Grupo 2 evoluiu para dermatite seca, ao passo que 32% do Grupo 1 apresentou este sintoma (p=0,031). Não houve diferença entre os grupos em relação à evolução para dermatite úmida e RTOG (p>0,05). Quatro pacientes do Grupo 1 evoluíram para dermatite úmida, com uma suspensão. Dez das dezesseis pacientes com dermatite seca neste grupo evoluíram para grau 2, cinco foram suspensas, totalizando seis suspensões no Grupo 1. Duas pacientes do Grupo 2 evoluíram para dermatite úmida, com uma suspensão. Quatro das doze pacientes com dermatite grau 1 neste grupo evoluíram para grau 2.

Conclusão: O estudo em questão mostrou que o creme a base de vitaminas A e E e óleo de andiroba, aplicado 2 a 3 vezes ao dia, é seguro e eficaz na prevenção dos efeitos colaterais causados pela radioterapia. Ainda que o número de pacientes utilizado neste modelo tivesse sido pequeno, foi suficiente para demonstrar que o novo creme aplicado 2 vezes ao dia é mais eficaz na prevenção da dermatite seca do que o gel de Aloe barbadensis e ácido hialurônico.

Referência: trabalho apresentado no XI Congresso Congresso da Sociedade Brasileira de Radioterapia. 22 a 25 de junho de 2011. Rio de Janeiro - RJ

02 julho 2011

Amiodarona injetável: estabilidade após diluição

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Estabilidade da solução diluída: em soro fisiológico 0,9% e soro glicosado 5% na concentração de 2 mg/mL é estável para 32 dias em temperatura ambiente e sob refrige-ração em bolsa plástica Viaflex® para infusão via endovenosa. Uso injetável. (1)

Estabilidade da solução injetável não diluída: na concentração de 50 mg/mL é está-vel para 450 dias na temperatura ambiente em seringa plástica descartável estéril de polipropileno. Uso injetável. (2)

Referências bibliográficas:
1.Pramar YV. Chemical Stability of Amiodarone Hydrochloride in Intravenous Fluids. IJPC 1997;1(5):347-348.
2.Marcoz N, Ing H, Sautter AM, Saadi JF, Roulin MJ, Bonnabry P. Stabilite et Compatibilité de Solu-tions Injectables d’Amiodarone (Cordarone). Pharmacie. Soins Intensifs de Médicine. Hôpitaux Uni-versitaire de Genève (HUG). Suisse. Disponível em: http://www.hcuge.ch. Acesso em: 18 de dezembro de 2004.

02 abril 2011

Livro Manual de Drogas Injetáveis

Este livro apresenta 370 páginas, com 169 monografias de medicamentos injetáveis e sua descrição da forma farmacêutica, categoria terapêutica do fármaco, reconstituição, concentração após a reconstituição, estabilidade do produto reconstituído, vias de administração, diluente, volume final e tempo de infusão da solução injetável, compatibilidade, incompatibilidade, reconstituição e estabilidade em seringa plástica e em bolsas plásticas de PVC. O livro Manual de Drogas Injetáveis fornece informações práticas sobre administração, preparo, vias de administração, reconstituição, compatibilidade e estabilidade de medicamentos injetáveis.

Cálculos e fórmulas, Cálculos de velocidade de infusão, Cálculo do gotejamento, Método prático, Infusão em gotas, Infusão em microgotas, Cálculo para infusão intravenosa do medicamento, Cálculo da velocidade de gotejamento com equipo de bureta, Cálculo de mL/h para uso em bomba de infusão contínua (BIC), Cálculo da concentração do medicamento, Cálculo da concentração do medicamento em porcentagem, Cálculo da concentração do medicamento na forma diluída, Cálculo da dose para medicamentos em g/mL, mg/mL ou mcg/mL, Cálculo de mL/h para uso em BIC em gotas/min, Resumo de cálculo para gotejamento, Unidades de medida

Monografias dos seguintes medicamentos injetáveis: Acetilcisteína, Aciclovir, Ácido Aminocaproico, Ácido Ascórbico, Ácido tranexâmico, Adenosina, Albumina humana, Alfainterferona 2b recombinante, Alfentanila, Alprostadil, Alteplase, Amicacina, Aminofilina, Amiodarona, Amoxicilina + clavulanato de potássio, Ampicilina, Ampicilina + sulbactam, Amrinona, Anfotericina B, Anfotericina B complexo lipídico, Anfotericina B lipossomal, Atracúrio, Atropina, Azitromicina, Benzilpenicilina potássica, Bicarbonato de sódio, Bromoprida, Bupivacaína, Calcitriol, Caspofungina, Cefazolina, Cefepima, Cefotaxima, Ceftazidima, Ceftriaxona, Cefuroxima, Cetamina, Cetoprofeno, Cetorolaco de trometamol, Ciprofloxacino, Cisatracúrio, Claritromicina, clindamicina, Clonidina, Cloreto de potássio, Cloreto de sódio, Complexo vitamínico B, Clorpromazina, Dalteparina, Dantroleno, Daptomicina, Desferroxamina, Deslanosídeo, Desmopressina, Dexametasona, Dexmedotimidina, Diazepam, Diclofenaco sódico, Diltiazem, Dimenidrinato, Dipirona, Dobutamina, Dolasetrona, Dopamina, Doripenem, Droperidol, Efedrina, Enoxaparina, Epinefrina, Ertapenem, Escopolamina, Esmolol, Esomeprazol, Estreptomicina, Estreptoquinase, Etilefrina, Etomidato, Fenilefrina, Fenitoína, Fenobarbital, Fentanila, Fitomenadiona, Fluconazol, Flumazenil, Fosfato de potássio, Furosemida, Gentamicina, Glicose, Glucagon, Gluconato de cálcio, Granisetrona, haloperidol, Heparina, Hidralazina, Hidrocortisona, Ibuprofeno, Imipenem + cilastatina, Imunoglobulina antitimócito, imunoglobulina humana endovenosa, Indometacina, Insulina humana regular, Lansoprazol, Levobupivacaína, Levofloxacino, Lidocaína, Linezolida, Manitol, Meropenem, Metadona, Metaraminol, Metilprednisolona, Metoclopramida, Metoprolol, Metronidazol, Midazolam, Milrinona, Mononitrato de isossorbida, Morfina, Nalbufina, Naloxona, Neostigmina, Nimodipino, Nitroglicerina, Nitroprussiato de sódio, Norepinefrina, Ocitocina, Octreotida, Omeprazol, Ondansetrona, Oxacilina, Palonosetrona, Pancurônio, Pantoprazol, Parecoxibe sódico, Pentoxifilina, Petidina, Piperacilina + tazobactam, Polimixina B, Prometazina, Propofol, Propranolol, Protamina, Ranitidina, Remifentanila, Rocurônio, Ropivacaína, Sacarato de hidróxido férrico, Salbutamol, Somatostatina, Sufentanila, Sugamadex, Sulfametoxazol + trimetoprima, Sulfato de magnésio, Suxametônio, Teicoplanina, Tenoxicam, Terbutalina, Ticarcilina + clavulanato de potássio, Tigeciclina, Tiopental, Tirofibana, Tramadol, Treprostinil, Tropisetrona, Vancomicina, Vasopressina, Vecurônio, Verapamil, Zidovudina

07 março 2011

Risk of hypoglycemia in hospitalized patients prescribed a sulfonylurea.

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Risk of hypoglycemia in hospitalized patients prescribed a
sulfonylurea.

Christina M. Hedrick, Pharm.D.1, Amy C. Donihi, Pharm.D., BCPS2,
Kim Coley, Pharm.D.2; (1)University of Pittsburgh Medical Center
Presbyterian, Pittsburgh, PA; (2)University of Pittsburgh School of
Pharmacy, Pittsburgh, PA

Purpose: To identify the incidence of and risk factors associated with
hypoglycemia in hospitalized patients taking sulfonylureas.

Methods: A nested case-control study of adult patients who received a
sulfonylurea while hospitalized at a tertiary care hospital between
November 1, 2008 and October 31, 2009 was performed. Case
patients included those who experienced hypoglycemia (BG <70
mg/dL) during sulfonylurea treatment. Control patients included those
who never experienced hypoglycemia. Controls were matched 1:1
with cases based on gender and number of days treated with a
sulfonylurea. Potential risk factors for the development of hypoglycemia,
including patient age, renal insufficiency, NPO status, concomitant use
of insulin and beta blockers, and hospital location were compared.
Covariates with p values ≤0.1 in univariate regressions were included
in a multivariate logistic regression model.

Results: Overall 16% of patients who received a sulfonylurea
experienced ≥1 episode of hypoglycemia. Cases (n=117) were more
likely than controls (n=117) to be ≥65 (74% vs 53%, p<0.001), have
renal insufficiency (18% vs. 7%, p=0.013), and receive basal insulin
(28% vs. 14.5%, p=0.012), and less likely to receive glipizide (44% vs
57%, p=0.05). Variables included in the multivariate regression were
age ≥65, renal insufficiency, and treatment with glipizide, glyburide,
or basal insulin. Age ≥65 (OR = 3.07, p<0.001), basal insulin (OR =
3.01, p=0.002), and renal insufficiency (OR = 3.64, p=0.006) were
predictors of hypoglycemia and use of glipizide (OR = 0.44, p=0.005)
was found to be protective in the multivariate logistic regression model.

Conclusions: These results can be used to identify hospitalized
patients for whom sulfonylurea agents should be avoided due to
their high risk for sulfonylurea-related hypoglycemia.

Presented at 29th Annual Eastern States Conference for Pharmacy
Residents and Preceptors, Hershey, PA, April 2010.

05 janeiro 2011

Zidovudina: estabilidade após diluição

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. Estabilidade da solução diluída: em soro glicosado ou soro fisiológico 0,9% na concentração de 4 mg/mL é estável para 8 dias em temperatura ambiente e sob refrigeração em bolsa plástica de PVC para uso intravenoso. Para uso injetável

. Referência: Lam NP, Kennedy PE, Jarosinski PF, Galleli JF. Stability of zidovudine in 5% dextrose injection and 0.9% sodium chloride injection. Am J Hosp Pharm 1991;48:280-282

26 dezembro 2010

Omeprazol Suspensión 2 mg/mL en goma xantana

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Omeprazol Base Fagron.......................0,2 %
Sodio bicarbonato...............................8,4%
Goma Xantan Sol. Acuosa al 1%..........50 mL
Esencia de Vainilla..............................0,5%
Sacarina Sódica..................................0,2%
Agua purificada c.s.p..........................100 mL

(*) Fórmula elaborada con materias primas Fagron; 56 dias en frigorífico. Envase bien cerrado. Oral. Agitar antes de administrar Ligeramente ácido. No amargo

Preparo:

1. Dispersar lentamente 0,5 g de goma xantan en 49,5 mL de agua. Agitar bien. Calentar a 50ºC (Fase 1)

2. Dispersar 8,4 g de bicarbonato sódico en el agua de la formula (P/V). Añadir la
sacarina sódica. Esta dispersión no queda disuelta ya que supera la concentración de saturación. (Fase 2)

3. Añadir la esencia de vainilla a la fase 1, bajo agitación suave.

4. Incorporar la solución nº1 (con la esencia) sobre la fase nº2.

5. Añadir el omeprazol base y homogenizar con un agitador de alta velocidad (tipo ultra-turrax). El aspecto final de la suspensión es blanco, homogéneo y viscoso, con un pH=9.

Referência: http://www.formulistasdeandalucia.es

04 outubro 2010

Efectividad y seguridad de diltiazem 2 % tópico en fi sura anal

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Efectividad y seguridad de diltiazem 2 % tópico en fisura anal

M.I. Fernández García*, R. Albornoz López, I. Pérez Rodrigo y J. Abellón Ruiz
Servicio de Farmacia, Hospital Universitario Reina Sofía, Córdoba, España


Introducción

La fisura anal es una grieta asociada a un intenso espasmo del esfínter anal interno, con una clínica de proctalgia y rectorragia, que conlleva una alteración de la vida sociolaboral del paciente junto con alarma y preocupación personales. Constituye uno de los problemas proctológicos más frecuentes en la población occidental. Su prevalencia es igual para ambos sexos, y se presenta principalmente en
pacientes jóvenes y adultos de edad media, aunque puede afectar a todas las edades. Su localización más frecuente (90 %) es la línea media en el plano posterior, y otra localización menos habitual (10 %) es la línea media anterior. Los síntomas clásicos son dolor anal, rectorragia y prurito anal. El dolor es de características l acerantes, a menudo intenso, y puede durar desde minutos a varias horas, durante y/o después de la defecación. La rectorragia suele ser un sangrado rojo, brillante, generalmente de escasa cuantía y no se mezcla con las heces. En la fase crónica de la lesión pueden aparecer prurito y/o secreción mucosa o mucopurulenta. Su diagnóstico es sencillo y se basa en la historia clínica: antecedentes, clínica y exploración. La fi nalidad del tratamiento consiste en reducir la hipertonía
con un descenso de presión en el conducto anal y mejorar la vascularización local, interrumpiendo el círculo vicioso de dolor anal, espasmo esfi nteriano e isquemia, permitiendo la cicatrización y curación de la fisura. El tratamiento ha presentado una evolución importante durante los últimos años, y hay diferentes opciones terapéuticas refl ejadas en la bibliografía, como las recomendaciones higienicodietéticas, los tratamientos quirúrgicos y los farmacológicos.

Efficacy and safety of topical diltiazem 2 % in anal fissure

Objectives: To evaluate the effectiveness and safety of 2 per cent diltiazem ointment in the treatment of anal fissure. To analyse the relationship between healing and diagnosis, and duration of the treatment and the number of applications.

Methods: A prospective observational study of all patients diagnosed with anal fi ssure that began treatment with topical diltiazem between January and June in 2007. Diltiazem ointment was prepared in the Pharmacy Service. Effectiveness and safety were assessed by a telephone survey conducted with each patient after 8 weeks of treatment, adding it to the patient’s clinical records. The variables that were analysed were healing, adverse effects, diagnosis, duration of treatment and number of applications, among others. Follow-up was carried out for up to one year until complete healing of the fi ssure. The data analysis was carried out by descriptive statistics, crosstabs and Chi-square.

Results: A total of 70 patients were included in the study and anal fi ssure healed in 48.6 % of them. Healing occurred in 54.5 % of patients with anal fi ssure and in 33.3 % of patients with anal fissure and haemorrhoids. Some adverse effects occurred in 30 % of patients. Therapy was abandoned due to adverse reactions for 5.7 %. The fi ssure was cured for 60 % of patients who underwent treatment for a month or more. More than twice-daily applications did not lead to improved healing. There were no signifi cant statistical differences in these results.

Conclusions: Despite not having found statistical differences between the analysed variables,treatment of anal fi ssures with 2 per cent diltiazem ointment has avoided surgery in nearly 50 % of patients, with few adverse effects.

28 setembro 2010

ERRO MÉDICO E INTERAÇÕES NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS NO CTI DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO

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ERRO MÉDICO E INTERAÇÕES NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS NO CTI DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO

GILBERTO BARCELOS SOUZA, JÚLIO FERNANDO CASCARDI DE BARROS, ROBERTA MENEZES BRANDÃO DE SOUZA, MARIA EMÍLIA DE CASTRO KLING FLEMING, LUANA RAPOSO DE MELO SOARES, LUIZ SÉRGIO DO CARMO

Serviço de Farmácia. Hospital Universitário Antonio Pedro. Universidade Federal Fluminense. Niterói. RJ

Introdução: A equipe de enfermagem é a responsável pela administração dos medicamentos aos pacientes em todas as instituições de saúde, sendo importante que durante a terapêutica medicamentosa injetável, observe o paciente quanto a possíveis erros médicos, interações e incompatibilidades medicamentosas, com o objetivo de minimizar os possíveis danos aos pacientes, tendo em vista que em unidades de terapia intensiva, nas quais é grande a complexidade e a freqüência dos procedimentos, a ocorrência de erros é maior.

Objetivos: Identificar os medicamentos envolvidos nas interações medicamentosas descritas nas prescrições médicas.

Método: A partir da análise das prescrições médicas de pacientes com mais de 5 medicamentos injetáveis por paciente, exceto para as soluções parenterais de grande volume (SPGV), admitidos no CTI do Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP), no período de fevereiro a abril de 2009, foram quantificadas as incompatibilidades na administração de medicamentos injetáveis.

Resultados e discussão: Analisamos 64 pacientes e 533 prescrições médicas, com uma média de 8 medicamentos IV por paciente. As seguintes interações medicamentosas foram encontradas: cefepima + vancomicina (0,19%), cefepima + fenitoína (0,38%), omeprazol + fenitoína (0,19%), imipenem + vancomicina (0,94%), tazobactama + vancomicina (0,38%), fenitoína + vancomicina (0,94%), cefepima + fenitoína (0,19%), vancomicina + anfotericina B (0,38%), vancomicina + dexametasona (0,19%). As incompatibilidades mais comuns foram identificadas com cefepima (33%) e vancomicina (66%) do total das interações descritas. No total encontramos 9 incompatibilidades de via, sendo que 3,76% das prescrições médicas do CTI, apresentaram incompatibilidades descritas na literatura médica.

Conclusão: A prevenção de erros deve basear-se na busca de causas reais. Erros devem ser aceitos como evidência de falha no sistema, e abordados como oportunidade de revisão do processo e aprimoramento da atenção farmacêutica ao paciente hospitalizado, tendo em vista, que a existência de interações e incompatibilidade de medicamentos injetáveis é um risco permanente em hospitais.

Trabalho aprovado:

III Fórum Internacional sobre Segurança do Paciente: Erros de Medicação

Data: 24 e 25 de setembro de 2010

Local: Ouro Preto, MG

Informações: ismp@ismp-brasil.org

04 agosto 2010

Analysis and Stability of Deferoxamine and Hydrocortisone Admixtures

P. Yuan, N. U. Aigbogun1, C. Chamberlain, R. DeChristoforo, G. J. Grimes, G. K. Potti
National Institutes of Health

Purpose: Deferoxamine (DEF) is a chelating agent used to remove excess iron load from patients with sickle cell disease due to frequent blood transfusion to alleviate anemia. Common complaints with DEF infusions are redness, swelling, tenderness and pain at the site of the subcutaneous catheter. Hydrocortisone (HYD) is used as an immunosuppressive drug, given by injection in the treatment of severe allergic reactions such as anaphylaxis and angioedema or topically for allergic rashes. The admixture of DEF and HYD has been given to patients as one of the alternatives for reducing the inflammations. This combination has been in clinical use, however, no published studies indicate that the combination is stable. The purpose of this study is to see if the combinations are stable for up to seven days.

Methods: The admixtures of DEF/HYD were prepared at concentration of 250 mg/ml DEF/1 mg/ml HYD (A) and 100 mg/ml DEF/1 mg/ml HYD (B) (all base drug equivalent) and stored in 60 cc monoject syringes at room temperature. Stability of the drug
admixtures was followed by visual observation, pH testing, USP chelating UV assay on DEF and Optical Rotation analysis on HYD. In addition, a stability-indicating HPLC assay has been developed to test DEF and HYD together.

Results: Both (A) and (B) solutions are visually clear, no precipitation over the 7 days period. The pH values of the solution are 5.1 +/- 0.1 for (A) and 5.46 +/- 0.08 for (B), contents of DEF and HYD are above 98% relative to initial testing over the seven days period from our preliminary analysis using UV and OR. Both DEF and HYD would degrade when subject to high temperature, acidic and alkali conditions and with the presence of hydrogen peroxide. The degradation products were well
resolved from DEF and HYD in the chromatograms. Stability-indicating HPLC analysis of the drug admixtures is in progress.

Conclusion: The admixtures of DEF and HYD are stable at controlled room temperature for at least seven days

Reference: . Referência: Yuan P, Aigbogun NU, Chamberlain C, DeChristoforo R, Grimes GJ, Potti GK. Analysis and Stability of Deferoxamine and Hydrocortisone Admixtures. Disponível em: http://www.aaps.org/abstracts Acesso em: 04 de agosto de 2010

18 maio 2010

Livro de Oncohematologia

Cada monografia foi organizada em categoria pelo tipo de informação: reconstituição; compatibilidade com frascos e equipos; diluente, volume final e tempo de infusão; compatibilidade; incompatibilidade; sinonímia e outras denominações e finalmente, os estudos sobre a estabilidade da solução diluída.

O perfil de cada medicamento segue um esquema consistente e lógico, onde informamos a referência bibliográfica específica do estudo, incluindo informações sobre alguns parâmetros de estabilidade, como uma tabela de pH, critérios de armazenamento e estocagem de cada preparação realizada, temperatura de armazenagem, sinonímias do fármaco, tabela de compatibilidade e incompatibilidade dos medicamentos, glossário de termos técnicos aplicados na área, legislação farmacêutica específica e referências bibliográficas por medicamento.

Espero sinceramente que médicos, enfermeiros, farmacêuticos, veterinários, professores e estudantes da área da saúde considerem o livro como um recurso valioso de informações.

Este livro apresenta 256 páginas, com 132 monografias de princípios ativos e mais de 300 preparações extemporâneas de medicamentos injetáveis ou não de uso em oncologia, cuidados paliativos e em hematologia, assim como os medicamentos de suporte de uso em oncohematologia, com a respectiva estabilidade do produto reconstituído ou manipulado que foram preparados a partir de cápsulas, comprimidos, ampolas ou de outras formas farmacêuticas existentes, também descrevemos a estabilidade de líquidos orais fracionados e estocados em seringa dosadora oral âmbar, estabilidade de preparações dermatológicas, estabilidade de preparações oftálmicas, assim como o preparo, compatibilidade, reconstituição e estabilidade de medicamentos citostáticos injetáveis.

O livro Oncohematologia: Manual de Diluição, Administração e Estabilidade de Medicamentos Citostáticos é um livro que desejamos que funcione como um livro prático, de leitura fácil, simples e que seja objetivo para acompanhar a equipe multiprofissional dos serviços de terapia antineoplásica.

Abciximabe,Ácido Folínico, Ácido Zoledrônico, Aclarrubicina, Actinomicina D, Alemtuzumabe, Alopurinol, Amifostina, Amsacrina, Asparaginase, Azacitidina, Azatioprina, BCG, Bevacizumabe, Bleomicina, Bortezomibe, Bussulfano, Carboplatino, Carmustina, Cetamina, Cetuximabe, Ciclofosfamida, Cidofovir, Cisplatino, Citarabina, Citarabina Lipossomal, Cladribina, Clodronato, Clofarabina, Clorambucila, Codeína, Dacarbazina, Daclizumabe, Darbepoetina Alfa, Daunorrubicina, Daunorrubicina Lipossomal, Decitabina, Dexametasona, Dexrazoxano, Diamorfina, Dimetilsulfóxido, Docetaxel, Dolasetrona, Doxorrubicina, Doxorrubicina Lipossomal, Droperidol, Eculizumabe, Edrecolomabe, Epirrubicina, Eritropoetina Alfa-Recombinante, Estramustina, Estreptozocina, Etoposido, Fentanila, Filgrastima, Floxuridina, Fludarabina, Fluoruracila, Folinato de Cálcio, Folinato Dissódico, Fotemustina, Ganciclovir, Gemcitabina, Gemtuzumabe, Gemtuzumabe Ozogamicina, Granisetrona, Haloperidol, Hidromorfona, Hidroxiuréia, Idarrubicina, Idoxuridina, Ifosfamida, Infliximabe, Interferon Alfa-2b Recombinate, Interferon Alfa-2a, Interleucina, Irinotecano, Lenograstima, Mecloretamina, Melfalano, Mercaptopurina, Mesna, Metadona, Metilprednisolona, Metotrexato, Metronidazol, Mitomicina, Mitoxantrona, Mitramicina, Molgrastima, Morfina, Naloxona, Naltrexona, Nelarabina, Octreotida, Ondansetrona, Oxaliplatino, Oxicodona, Paclitaxel, Palonosetrona, Pamidronato, Panitumumabe, Pegaspargase, Pegfilgrastima, Pemetrexede, Pentostatina, Petidina, Procarbazina, Raltitrexede, Rasburicasa, Rituximabe, Saliva Artificial, Saliva Artificial com Lidocaína, Sargramostima, Solução Sedativa Oral, Sucralfato, Sunitibe, Temozolomida, Teniposido, Tintura de Ópio, Tioguanina, Tiotepa, Topotecano, Tositumomabe, Tramadol, Trastuzumabe, Treossulfano, Tropisetrona, Valrrubicina, Vidarabina, Vimblastina, Vincristina, Vindesina, Vinorelbina

01 abril 2010

Consequências dos erros de medicação em unidades de terapia intensiva e semi-intensiva

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Maria Cecília Toffoletto (1); Kátia Grillo Padilha (2)

(1) Enfermeira. Mestranda do Programa de Pós-Graduação na Saúde do Adulto da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (EEUSP) mariacel@usp.br

(2) Professora Doutora do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da EEUSP kgpadilha@usp.br

RESUMO

O estudo objetivou caracterizar erros de medicação e avaliar consequências na gravidade dos pacientes e carga de trabalho de enfermagem em duas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e duas Semi-Intensiva (USI) de duas instituições hospitalares do município de São Paulo. A amostra foi constituída por 50 pacientes e os dados obtidos por meio do registro de ocorrências e prontuários, retrospectivamente. A gravidade e carga de trabalho de enfermagem foram avaliadas antes e após o erro. Do total de 52 erros, 12 (23,08%) ocorreram por omissão de dose, 11 (21,15%) e 9 (17,31%) por medicamento e dose erradas, respectivamente. Não houve mudança na gravidade dos pacientes (p=0,316), porém houve aumento na carga de trabalho de enfermagem (p=0,009). Quanto ao grupo de medicamentos envolvidos, potencialmente perigosos e não potencialmente perigosos, não houve diferenças estatisticamente significantes na gravidade (p=0,456) e na carga de trabalho de enfermagem (p=0,264), após o erro de medicação.

Referência: Revista da Escola de Enfermagem da USP 2006;40(2):247-52

23 março 2010

Topical cidofovir for the treatment of plantar warts: case report

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Topical cidofovir for the treatment of plantar warts: case report

Amelia Troncoso, Ramon Cuiña, Juliana Alvarez, Cristina Vazquez, Maria Teresa Inaraja, Francisco Allegue

Pharmacy, Hospital Meixoerio, Dermatology, Hospital Meixoeiro, Vigo, Spain

Background and Objective: Plantar warts are hyperkeratotic lesions on the plantar surface caused by infection with Human papillomavirus. Lesions caused by warts are commonly refractory to therapy and may become large and painful in immunodeficient patients. Cidofovir is a cytidine analogue with activity against a broad spectrum of DNA viruses. It is indicated for the treatment of cytomegalovirus retinitis in patients with acquired immunodeficiency syndrome and without renal dysfunction. We describe a case of plantar warts that was treated with topical cidofovir in a highly immunodeficient patient.

Results: A 29 years old woman, who received kidney transplant in 1996, presenting plantar warts refractory to conventional therapy since last four years. She was treated with topical 3% cidofovir cream twice daily. The treatment was authorised as compassionate use by the national regulatory agency on drugs. The glomerular filtration rate (GFR) was monitored in order to detect nephrotoxicity due to cidofovir.

The 3% cidofovir ointment was compounded as follows:

– Cidofovir 75 mg/ml 5 ml vial .…….. 20 ml
– Anhydrous Lanolin ……………………….. 5 g
– Beeler base …..sufficient to produce 50 g

It was packaged and labelled in a light-resistant containers and we assumed an expiration date of 3 months based on the duration of treatment and published studies. The quality controls of organoléptics properties were made according to the Good Manufacturing Practice (GMP)

After 10 weeks of therapy the patient did not show any improvement and developed severe local erosion, so treatment with cidofovir was withdrawn. Two weeks later this local erosion disappeared spontaneously. No systemic side effects were observed. The colour, texture and smell organoleptics characters were complied with GMPs.

Conclusions: There are not formal studies of optimal formulations or treatment regimens and further studies are needed to elucidate the role of cidofovir in treatment of plantar warts. The immunodeficiency of the patient and the large wart area could be related with the failure to the treatment.

Reference Alonso Diez M, de Miguel Cascón M, Sánchez Moreno H, González Mielgo FJ. Cidofovir tópico para tratamiento de lesiones cutáneas por Molluscum contagiosum y Papilomavirus humano. XLIV SEFH Congress.1999; 156–57

09 fevereiro 2010

Voriconazol colírio: estabilidade após a manipulação

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Stability of extemporaneously prepared voriconazole ophthalmic solution

AL-BADRIYEH, DAOUD; LI, JIAN; STEWART, KAY; KONG, DAVID C. M.; LEUNG, LOK; DAVIES, GEOFFREY E.; FULLINFAW, ROBERT

Methods: Voriconazole solutions (2% and 1%) were reconstituted from the i.v. formulation. After thorough mixing, 3-mL samples of each of the resulting 2% and 1% solutions were filtered into eyedroppers. Three samples for both solutions were analyzed in triplicate at each time point. The 2% voriconazole ophthalmic solutions were stored at 2–8 °C, 25 °C, and 40 °C. The 1% voriconazole eye drops were stored at 2–8 °C. The 2% voriconazole solution samples were analyzed at time 0 and at weeks 1, 2, 4, 8, 16, and 32. The 1% solution samples were analyzed at time 0 and at weeks 6 and 14. Stability was measured using high-performance liquid chromatographic analysis.

Results: The 2% voriconazole ophthalmic solution demonstrated excellent stability at 2–8 °C and 25 °C for up to 16 weeks. The voriconazole solution displayed no significant change in pH at all time intervals. No change in visual appearance or clarity was observed in the 2% voriconazole eye drops at any point of the study for all study temperatures. Voriconazole 1% solution was stable at 2–8 °C for up to 14 weeks.

Conclusion: Voriconazole 2% (20 mg/mL) solution preserved with 0.01% benzalkonium chloride prepared as alternative antifungal eye drops was stable for 16 weeks when stored at 2–8 °C and 25 °C and for 8 weeks when stored at 40 °C, while voriconazole 1% solution was stable at 2–8 °C for up to 14 weeks.

Reference: American Journal of Health-System Pharmacy
Issue: Volume 66(16), 15 August 2009, p 1478–1483

30 janeiro 2010

Poor preservation efficacy versus quality and safety of pediatric extemporaneous liquids.

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Ghulam A, Keen K, Tuleu C, Wong IC, Long PF.

The School of Pharmacy, University of London, London, England.

Background: Most medicines are available only as solid, adult-strength dosage forms from which oral extemporaneous liquids are often prepared for children. There are few comprehensive reference lists for the preparation of pediatric extemporaneous formulations. Some pediatric reformulations are made by diluting the suspending vehicle, and a shelf life of up to 3 months can be used without documented microbial stability. Although most commercially available ready-to-use vehicles are supplied as preserved formulations, it is still common practice in many European dispensaries to prepare and dilute these vehicles as required for specific prescriptions.

Objective: To determine what influence dilution of vehicles has on the preservation efficiency of extemporaneous formulations.

Methods: Suspending vehicles were made by diluting methylcellulose 1% and simple syrup, BP (British Pharmacopoeia) in ratios of 1:1 and 1:4. The efficacy of antimicrobial preservation was tested according to the 2007 standards required by the BP.

Results: Dilution in ratios greater than 1:1 failed the BP 2007 criteria. Such dilution represents a potential biohazard, especially to premature, newborn, or immunocompromised children, exposing them not only to possible organoleptic changes of the preparation, but also to ingestion of either dangerous numbers of microorganisms or medicines that may have undergone biotransformation, rendering them inactive or toxic.

Conclusions: Significant concerns have been raised regarding the quality of extemporaneous preparations. We call for further research in this neglected area to address issues of antimicrobial preservation, including revision of existing quality assurance monographs. Moreover, these monographs should take into account testing that simulates multiple dosing from a single storage container during the intended in-use shelf life of multidose extemporaneous preparations.

Reference: Ann Pharmacother. 2007 May;41(5):857-60. Epub 2007 Apr 17.

21 dezembro 2009

Stability of morphine sulphate and diamorphine hydrochloride in Intrasite gel

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Stability of morphine sulphate and diamorphine hydrochloride in Intrasite gel

Giovambattista Zeppetella G; Joel SP; Ribeiro MDC.
St. Clare Hospice, Hastingwood, Essex; Medical Oncology Department, St. Bartholomew's Hospital, London; Peace Hospice, Watford

Several studies have reported that opioids applied topically to painful ulcers produce an analgesic effect. It is unknown whether these opioids (usually mixed with hydrogels) are stable and, if so, for how long. We investigated the stability of morphine sulphate and diamorphine hydrochloride, each mixed with intrasite gel at a concentration of 1.25 mg/mL. Samples were prepared in the laboratory and then stored in plastic containers in the dark, at room temperature, in conditions of normal day/night at room temperature, and at 48C. Aliquots were collected from each container over a 28-day period and analysed using HPLC. No known degradation products were measured in the morphine–intrasite gel mixture stored for up to 28 days, irrespective of the temperature and whether or not samples were exposed to light, suggesting that morphine remains stable. Diamorphine, breaks down to morphine and no other degradation products are measurable.

Reference: Palliative Medicine, Vol. 19, No. 2, 131-136 (2005)

17 novembro 2009

Efectividad y seguridad de diltiazem 2 % tópico

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Efectividad y seguridad de diltiazem 2 % tópico en fisura anal

M.I. Fernández García*, R. Albornoz López, I. Pérez Rodrigo y J. Abellón Ruiz

Servicio de Farmacia, Hospital Universitario Reina Sofía, Córdoba, España

Objetivo: Evaluar la efectividad y la seguridad de la pomada de diltiazem al 2 % en el tratamiento de la fi sura anal. Analizar la relación entre la cicatrización de la fi sura y diagnóstico, duración del tratamiento y número de aplicaciones.

Métodos: Estudio prospectivo observacional de todos los pacientes diagnosticados de fi sura anal que comenzaron tratamiento con diltiazem tópico entre enero y junio de 2007. La pomada de diltiazem al 2 % se preparó como fórmula magistral en el servicio de farmacia. La efectividad y la seguridad se evaluó mediante encuesta telefónica a cada paciente tras 8 semanas de tratamiento, completándose con la historia clínica del paciente. Las variables analizadas fueron cicatrización, efectos adversos, diagnóstico, duración del tratamiento y número de aplicaciones, entre otras. Se realizó seguimiento hasta resolución de la fi sura hasta un período de 1 año. El análisis de los datos se realizó mediante estadística descriptiva y frecuencia, tablas de contingencia y  2.

Resultados: Se incluyó a un total de 70 pacientes y se produjo cicatrización en el 48,6 % de éstos. Cicatrizó en el 54,5 % de los pacientes con fi sura anal y en el 33,3 % con fi sura anal y hemorroides. El 30 % experimentó efectos adversos. El 5,7 % abandonó el tratamiento por reacción adversa. La fi sura cicatrizó en el 60 % de los pacientes que estuvieron más de 1 mes en tratamiento. No hubo más cicatrización con más de 2 aplicaciones diarias. En ninguno de estos resultados hubo diferencias estadísticamente signifi cativas.

Conclusiones: A pesar de no encontrarse diferencias signifi cativas entre las variables estudiadas, el tratamiento de la fi sura anal con la pomada de diltiazem al 2 % ha evitado la intervención quirúrgica casi en un 50 % de los pacientes, con efectos adversos poco frecuentes.

Reference: Farm Hosp. 2009;33(2):80-8

16 novembro 2009

Vancomycin: stability in syringes

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Chemical stability and microbiological potency of intravenous
vancomycin hydrochloride in polypropylene syringes for use in
the neonatal intensive care unit

Study objectives : To determine the chemical stability and microbiological potency of “almost” ready-to-use vancomycin solutions in polypropylene syringes at a concentration of 5 mg/mL in both 5% glucose and 0.9% sodium chloride at 4°C and 25°C, for use in the neonatal intensive care unit.

Methods: Ten-millilitre syringes were filled using aseptic techniques with a solution of vancomycin, covering body weights of 500 g to 3 kg at a dosage of 15mg/kg, prepared by reconstitution and dilution of commercially available vancomycin hydrochloride powder (Vancocin) and kept at 4°C and 25°C, respectively. At various storage times, the chemical stability was determined using a high-performance liquid chromatography method and the microbiological potency was assayed according to the European Pharmacopoeia 2002. Arbitrarily, 56 day samples at 4°C were brought to 25°C and analyzed after 48 hours to simulate ward conditions. The standards were the T0 solution kept at -70°C and the International Vancomycin Reference Standard.

Results: The vancomycin was found to be chemically and microbiologically stable at 4°C for 6 months. Losses were important after 14 days at 25°C in both cases. The samples subjected to simulated ward conditions were stable for 48 hours at 25°C. A shelf life of 6 months was proposed.

Conclusions: Syringes of low dose vancomycin manufactured and supplied by the pharmacy can be stored in the neonatal intensive care unit refrigerator for use in emergency situations thus avoiding calculation and dilution errors and reducing the risk of bacterial contamination. The solution brought to 25°C must be used within 48 hours.

References: This work was presented as a poster at the 8th congress of the European
Association of Hospital Pharmacists, Florence, Italy, 2003.

Dr Pascal Bonnabry, Head of pharmacy, Pharmacy Department University Hospitals of Geneva (HUG). William Griffiths, PharmD, Jocelyne Favet, PhD, Ho Ing, PharmD, Farshid Sadeghipour, PhD, Pascal Bonnabry, PhD

Elaboración de mezclas intravenosas individualizadas

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Elaboración de mezclas intravenosas individualizadas
como mejora de la seguridad del paciente

Gimeno MJ, Fernández J, Pinto C, Acosta P

Servicio de Farmacia. Hospital de Poniente. Almeria

Objetivo: Los errores relacionados con medicamentos constituyen la principal causa de eventos adversos en los hospitales. La elaboración de mezclas intravenosas individualizadas por parte del Área de Farmacia permite evitar errores de dosifi cación que puedan producirse durante la preparación de éstas en el área de hospitalización. El objetivo del presente trabajo es describir la actividad asistencial que se ha llevado a cabo desde la unidad de mezclas intravenosas durante el 2006.

Material y métodos: A partir de los datos de dispensación en dosis unitarias la unidad de mezclas intravenosas elabora de forma individualizada aquellos antibióticos cuya estabilidad sea mayor de 48 h. Se consideran mezclas intravenosas individualizadas aquellas cuya dosifi cación es diferente a la de las mezclas protocolizadas que se elaboran a modo de reposición de stock.

Resultados: En el 2006 se han elaborado 230868 mezclas intravenosas de las que 2217 fueron individualizadas (0,96% total). De éstas el 87,1% (1931) pertenecen al Área de Pediatría.

Conclusiones: La elaboración centralizada en el Área de Farmacia de los antibióticos descritos evita que el personal de enfermería de hospitalización tenga que realizar cálculos de dosifi cación a los que puede no estar habituado (p.e. no tener en
cuenta el aumento de volumen que se produce al reconstituir algunos antibióticos); facilita la administración del tratamiento ya que va correctamente identifi cado; y se asegura una elaboración en condiciones estériles al ser preparados en cabina
de fl ujo laminar horizontal.

Referência: IV Congreso de la Sociedad Andaluza de Farmacéuticos de Hospitales. Spaña. 2007